quinta-feira, 31 de maio de 2012
Descoberto em Silves Vestígio Arqueológico Judaico mais Antigo da Península Ibérica
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Redescobrir Tutankhamon Online
domingo, 24 de outubro de 2010
O Antigo Egipto e as Alterações Climáticas
quarta-feira, 28 de julho de 2010
A Carruagem de Tutankamon
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Caminho Aberto para a Tumba do Faraó Seti I
terça-feira, 27 de abril de 2010
Exploradores Anunciam Descoberta da Arca de Noé
domingo, 25 de abril de 2010
Descoberta Arqueológica dá Razão às Escrituras
A arqueóloga Israelita, Eilat Mazar, comunicou uma descoberta emocionante, uma prova de que a recente descoberta de fortificações em Jerusalém datam de há 3.000 anos. Com base na idade dos cacos de cerâmica que ela encontrou no local, Mazar acredita que as fortificações foram construídas por Salomão, como descreve o Velho Testamento.Claro que se trata de uma notícia interessante para os Judeus e Cristãos, mas há muito mais envolvido do que se poderia esperar. Como informou a Associated Press (AP), "se a idade do muro está correcta, a descoberta seria uma indicação de que Jerusalém era a casa de um governo central forte, que tinha os recursos materiais e humanos necessários para construir fortificações maciças no século 10 A.C.
"Isso é uma contradição directa das opiniões de alguns estudiosos que acreditam, como a AP relata, "que a monarquia de David [e de Salomão] era em grande parte mítica e que não havia nenhum governo forte naquela época.
"Não admira que Mazar chame ao muro "a construção mais importante que temos dos dias do Primeiro Templo em Israel." E se ela está certa, temos um outro elo na longa cadeia de evidências que demonstra a veracidade histórica da Bíblia.
Como eu disse anteriormente descobertas como estas são dignas de entusiasmo, apesar de necessitarmos de ter cuidado para não exagerarmos. Toda a descoberta arqueológica, histórica, científica que fazemos e que dá razão às Escrituras é uma boa notícia. Lembram-nos que a Bíblia é um registo de pessoas, lugares e eventos reais que, como Dorothy L. Sayers diz, Jesus Cristo “nasceu na história", não na mitologia.
Numa altura em que a veracidade da Bíblia está sob o ataque de todos os lados, estes lembretes são sempre refrigerantes e encorajadores.
No entanto, ao mesmo tempo, a principal fonte das nossas crenças deve continuar a ser a própria Bíblia. Eu fiz deste ponto questão de honra há vários anos atrás, quando os arqueólogos descobriram um ossuário, isto é, uma caixa de ossos rotulado "Tiago ... irmão de Jesus." Até hoje há controvérsia sobre a autenticidade do ossuário.
Mas mesmo que a descoberta de um ossuário ou uma muralha da cidade corrobore o que diz a Bíblia, isso não torna os factos bíblicos mais factuais - simplesmente os confirmam. E como o historiador Paul Johnson (foto ao lado) diz, as evidências que confirmam a exactidão das Escrituras está a escalar - tanto que os cépticos, não os cristãos, devem temer o curso das descobertas científicas.
Mas lembre-se sempre que a Bíblia é a sua própria testemunha credível, independentemente de fontes secundárias a confirmarem ou aparentemente a contradizerem.
Se nos deixarmos absorver demasiadamente por cada descoberta que parece apoiar a Bíblia, corremos o risco de edificar a nossa fé sobre uma fundação nada sólida. E corremos o risco de ficarmos decepcionados e desiludidos se um determinado artefacto for de alguma forma desacreditado.
É melhor edificar a nossa fé sobre a rocha sólida da Palavra de Deus - mesmo que as evidências continuem a escalar, desta vez de um monte de escombros antigos que apontam para a veracidade da Palavra de Deus.
Há vários anos atrás, Paul Johnson fez um discurso notável no Seminário de Dallas denominado "Um Historiador olha para Jesus." É uma das melhores composições sobre a veracidade e exactidão das Escrituras que eu encontrei. ( Chuck Colson ) terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A Ciência e o Conhecimento Histórico
[ Título original do texto : Tutankamon Siempre ]
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Nefertiti não foi a mãe de Tutankamon
TutanKamon Morreu de Malária
( Foto DN )
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
À Descoberta dos pais de Tutankamon
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
"A Perigosa Tarefa de Desvendar o Passado"
"Descoberto Templo do Século III antes de Cristo"
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Casa com quase 8.000 anos, e um Hipopótamo, Descobertos em Tel Aviv - Israel
"Túmulos Descobertos ao lado das Pirâmides"
Autoridades dizem que descobertas mostram que os trabalhadores que construíram as pirâmides eram homens livres e não escravos. Túmulos ficam ao lado das maiores pirâmides, com mais de quatro mil anos.
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Os milhares de trabalhadores que construíram as pirâmides egípcias eram homens livres, que comiam carne regularmente, eram substituídos de três meses em três meses e receberam a honra de ser enterrados à sombra dos monumentos sagrados que ergueram. Uma honra que permite agora saber mais sobre estes homens, à medida que os seus túmulos vão sendo encontrados pelos arqueólogos.
A descoberta foi revelada ontem pelo ministro da Cultura, Faruk Hosni, e pelo Conselho Supremo de Antiguidades do país. O novo conjunto de túmulos de trabalhadores data da época da quarta dinastia do Egipto, que reinou de 2575 a 2467 antes de Cristo. Foi nesta altura, há mais de quatro mil anos, que foram construídas as grandes pirâmides, lembrou o chefe do conselho, Zahi Hawass, em comunicado.
As sepulturas confirmam ainda que os trabalhadores eram homens livres contratados e não escravos, ao contrário do que pensam a maior parte das pessoas, garante o especialista em egiptologia. E de três em três meses, eram substituídos por novas equipas.
"Estes túmulos foram construídos ao lado da pirâmide do faraó, o que indica que estas pessoas não eram de forma alguma escravos", diz Hawas. As sepulturas eram apenas para os homens que morriam durante a obra, acrescenta.
Os restos encontrados mostram que as cerca de 10 mil pessoas que trabalhavam na construção das pirâmides recebiam todos os dias 21 cabeças de gado bovino e 23 ovelhas, enviadas de quintas no Norte e Sul do Egipto para alimentar a força de trabalho. Os agricultores que contribuíam ficavam isentos de impostos, explica Hawass.
Os túmulos dos trabalhadores eram construídos com tijolos de barro e depois cobertos com estuque branco, provavelmente para imitarem os dos cidadãos mais ricos, feitos de calcário. Os primeiros foram descobertos em 1990, acidentalmente, quando um cavalo tropeçou numa estrutura de tijolo afastada da área principal do complexo funerário.
A descoberta é importante porque revela outro lado do Egipto - o das classes mais baixas - que não é visível nos monumentos dedicados a faraós, nobres e sacerdotes, explicou Salima Ikram, professora de Egiptologia na Universidade Americana do Cairo, à agência AP.
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In Diário de Notícias Online
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
"Fragmentos de Túmulo Egípcio Regressam ao Cairo"
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
"Templo de Isis emerge das Águas em Alexandria"
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Tumulo de Tutankamon Restaurado
domingo, 27 de setembro de 2009
Descoberto o Maior Tesouro Anglo-Saxónico











