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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Descoberto em Silves Vestígio Arqueológico Judaico mais Antigo da Península Ibérica




Quem terá sido Yehiel? Talvez um escravo judeu que viveu - e morreu - há mais de 1600 anos numa sumptuosa vila romana (uma casa senhorial) perto de Silves, no Algarve? Talvez nunca venha a saber-se. Mas o que parece estar garantido é que a descoberta agora anunciada por arqueólogos alemães, realizada em colaboração com arqueólogos portugueses, representa o mais antigo vestígio cultural judaico jamais encontrado na Península Ibérica.

A equipa de Dennis Graen, da Universidade Friedrich Schiller de Jena, na Alemanha, anda há três anos a escavar as ruínas de uma vila romana descoberta em 2005 por Jorge Correia no sítio das Cortes, próximo de São Bartolomeu de Messines e da Estrada Nacional 124. Na altura, este arqueólogo da Câmara Municipal de Silves encontrara cerâmicas e mosaicos romanos à superfície. [...]


Ler texto integral AQUI no jornal Público

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Redescobrir Tutankhamon Online

( Foto D.N.)
Todo o trabalho do arqueólogo Howard Carter está disponível na Internet
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Quando se pensa em faraós egípcios, o primeiro nome que vem à cabeça é sempre o de Tutankhamon. Não tanto pela importância histórica do faraó, que morreu bastante jovem, mas antes pela mediatização em torno da descoberta, em 1922, do seu túmulo, pelo inglês Howard Carter.
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E 88 anos após a empolgante revelação, o Instituto Griffith, de Oxford, decidiu colocar online todo o material que documenta os dez anos de investigação arqueológica desenvolvida por Carter. Objectivo: fomentar a sua investigação científica.
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Agora, à distância de um clique, estão disponíveis todas as fotografias originais de Harry Burton, o fotógrafo que acompanhou Carter nas escavações, e ainda fichas, notas e diagramas do próprio arqueólogo e egiptólogo inglês, com uma transcrição a facilitar a leitura. O site chama-se Tutankhamun: anatomy of an excavation. A responsabilidade científica é do egiptólogo checo Jaromir Malek, conservador dos arquivos do Instituto de Griffith, onde estão guardados todos os documentos relativos ao trabalho desenvolvido por Howard Carter.
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Desde a célebre máscara de ouro ao minúsculo pedaço de vidro, todos os 5398 objectos estão documentados e disponíveis para todos, desde a comunidade científica aos simples curiosos.
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Em Madrid, por ocasião da exposição "Tutankhamon, o Túmulo e os seus Tesouros", em exibição na Casa de Campo (ver caixa), o responsável explicou o objectivo deste projecto. "Os objectos do túmulo foram fotografados, mostrados em inúmeras exposições e catálogos, livros e revistas, mas têm sido muito pouco estudados cientificamente", afirmou ao El País. "Até peças icónicas, como a máscara de ouro, carecem de análises aprofundadas", destacou. Jaromir Malek quantifica mesmo o estado da investigação em torno do túmulo de Tutankhamon: "Oitenta e oito anos depois da sua descoberta , apenas 30% do conteúdo foram estudados cientificamente." Com a disponibilização dos documentos, o egiptólogo espera alterar esta situação. E se Howard Carter levou dez anos a inventariar todos os tesouro do túmulo de Tutankhamon, o Instituto demorou 15 anos para fazer renascer o jovem faraó na Internet.
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Entrar AQUI para Redescobrir Tutankhamon
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In Diário de Notícias de 05 de Dezembro de 2010

domingo, 24 de outubro de 2010

O Antigo Egipto e as Alterações Climáticas

( Foto jornal El Mundo )
O engenho arquitectónico do Egipto dos faraós, empregue contra tormentas e terramotos, esconde respostas à mudança climática que especialistas em geoarqueologia tratam agora de revelar. « O antigo Egipto deparou-se com importantes variações climáticas, sobreviveu-lhes e forjou uma das mais célebres civilizações da história » disse o estudioso Matthieu Ghilardi, do Centro Francês de Investigações científicas.
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Ler todo o texto AQUI no jornal El Mundo

quarta-feira, 28 de julho de 2010

A Carruagem de Tutankamon

(Imagem D.N.)
Pela primeira vez, uma carruagem que pertenceu a Tutankamon vai viajar para fora do Egipto, para integrar uma exposição em Nova Iorque dedicada ao mais famoso de todos os faraós e ao Antigo Egipto. O coche, um dos cinco descobertos pelo arqueólogo britânico Howard Carter, em 1922, não tem decorações e as suas rodas estão danificadas, sugerindo que era muito usado pelo faraó. Tutankamon poderia mesmo ter tido um acidente com aquele veículo poucas horas antes de falecer. Os últimos scanners e testes de ADN da sua múmia permitiram descobrir que o jovem faraó teve um acidente poucas horas antes de morrer, no qual feriu a perna esquerda. A carruagem, que chega amanhã a Nova Iorque, será a grande atracção da mostra. "Ao avançarmos no estudo da morte de Tutankamon vamos talvez descobrir que essa carruagem é peça-chave de um puzzle que leva dezenas de anos de estudos", disse o ministro da cultura egípcio, Farouk Hosni.
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quinta-feira, 1 de julho de 2010

Caminho Aberto para a Tumba do Faraó Seti I

Uma missão de arqueólogos descobriu no Vale dos Reis, na cidade de Luxor, o último tramo de uma passagem subterrânea que conduz à tumba do faraó Seti I, pai de Ramsés II, que reinou entre 1314 e 1304 antes de Cristo.
O Conselho Superior de Antiguidades (CSA) anunciou esta Quarta-Feira, num comunicado, que este achado foi possivel após uma busca que se prolongou por 200 anos nesta zona de Luxor, a cerca de 600 Km. ao sul do Cairo.
Trata-se da primeira vez que os arqueólogos conseguem colocar a descoberto, totalmente, um caminho escavado nas rochas com cerca de 174,5 metros de comprimento e que leva a uma tumba a 98 metros de profundidade, segundo disse o Secretário Geral do CSA, Zahi Hawas.[...]
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Continuar a Ler Aqui, em Castelhano, no jornal El Mundo

terça-feira, 27 de abril de 2010

Exploradores Anunciam Descoberta da Arca de Noé

( Imagem D.N. )
Exploradores evangélicos identificaram estrutura de madeira com 4800 anos, no monte Ararat É uma velha estrutura de madeira, com compartimentos interiores dotados de barras, como se fossem jaulas. A sua localização, no monte Ararat, na Turquia (o pico mais alto em toda a região), e a sua idade - 4800 anos, verificados pelo método do carbono 14, um dos mais rigorosos que se conhece -, batem certas com uma extraordinária conclusão: aqueles poderão ser os tão procurados (e até agora nunca encontrados) restos da famosa Arca de Noé. É pelo menos essa a convicção do grupo de exploradores chineses evangélicos que fez o achado. "Não temos cem por cento de certeza de que se trata da arca [de Noé], mas temos 99,9 por cento", declarou Yeun Wing Cheung, realizador de documentário em Hong Kong e um dos 15 elementos chineses e turcos do grupo Noah's Ark Ministries International, que empreendeu a missão. O achado foi feito a quatro mil metros de altitude no monte Ararat, na Turquia, que é o ponto mais elevado em toda em região e que, por isso mesmo tem sido apontado por investigadores bíblicos como o local mais provável onde a arca terá tocado a terra firme, após a descida das águas diluvianas. Os participantes na expedição excluíram a hipótese de a estrutura de madeira ser um indício de uma antiga ocupação humana, já que nunca até hoje se encontraram sinais de povoamento acima dos 3500 metros de altitude naquela zona. A construção tem um formato em arco e no seu interior os exploradores identificaram vários compartimentos, alguns com barras de madeira, que poderiam ter abrigado animais, segundo explicou Yeun Wing Cheung. A sua datação por carbono 14 estabeleceu que tem 4800 anos, o que é compatível com a época estimada pelos especialistas para a salvadora navegação da arca. A equipa vai fazer escavações no local, para investigar e fundamentar a sua hipótese, e as autoridades turcas locais já decidiram que vão solicitar à UNESCO a classificação do sítio como património mundial, para garantir a sua preservação durante as escavações, adiantou o realizador chinês e participante na missão.
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domingo, 25 de abril de 2010

Descoberta Arqueológica dá Razão às Escrituras

A arqueóloga Israelita, Eilat Mazar, comunicou uma descoberta emocionante, uma prova de que a recente descoberta de fortificações em Jerusalém datam de há 3.000 anos. Com base na idade dos cacos de cerâmica que ela encontrou no local, Mazar acredita que as fortificações foram construídas por Salomão, como descreve o Velho Testamento.Claro que se trata de uma notícia interessante para os Judeus e Cristãos, mas há muito mais envolvido do que se poderia esperar. Como informou a Associated Press (AP), "se a idade do muro está correcta, a descoberta seria uma indicação de que Jerusalém era a casa de um governo central forte, que tinha os recursos materiais e humanos necessários para construir fortificações maciças no século 10 A.C. "Isso é uma contradição directa das opiniões de alguns estudiosos que acreditam, como a AP relata, "que a monarquia de David [e de Salomão] era em grande parte mítica e que não havia nenhum governo forte naquela época. "Não admira que Mazar chame ao muro "a construção mais importante que temos dos dias do Primeiro Templo em Israel." E se ela está certa, temos um outro elo na longa cadeia de evidências que demonstra a veracidade histórica da Bíblia. Como eu disse anteriormente descobertas como estas são dignas de entusiasmo, apesar de necessitarmos de ter cuidado para não exagerarmos. Toda a descoberta arqueológica, histórica, científica que fazemos e que dá razão às Escrituras é uma boa notícia. Lembram-nos que a Bíblia é um registo de pessoas, lugares e eventos reais que, como Dorothy L. Sayers diz, Jesus Cristo “nasceu na história", não na mitologia. Numa altura em que a veracidade da Bíblia está sob o ataque de todos os lados, estes lembretes são sempre refrigerantes e encorajadores. No entanto, ao mesmo tempo, a principal fonte das nossas crenças deve continuar a ser a própria Bíblia. Eu fiz deste ponto questão de honra há vários anos atrás, quando os arqueólogos descobriram um ossuário, isto é, uma caixa de ossos rotulado "Tiago ... irmão de Jesus." Até hoje há controvérsia sobre a autenticidade do ossuário. Mas mesmo que a descoberta de um ossuário ou uma muralha da cidade corrobore o que diz a Bíblia, isso não torna os factos bíblicos mais factuais - simplesmente os confirmam. E como o historiador Paul Johnson (foto ao lado) diz, as evidências que confirmam a exactidão das Escrituras está a escalar - tanto que os cépticos, não os cristãos, devem temer o curso das descobertas científicas. Mas lembre-se sempre que a Bíblia é a sua própria testemunha credível, independentemente de fontes secundárias a confirmarem ou aparentemente a contradizerem. Se nos deixarmos absorver demasiadamente por cada descoberta que parece apoiar a Bíblia, corremos o risco de edificar a nossa fé sobre uma fundação nada sólida. E corremos o risco de ficarmos decepcionados e desiludidos se um determinado artefacto for de alguma forma desacreditado. É melhor edificar a nossa fé sobre a rocha sólida da Palavra de Deus - mesmo que as evidências continuem a escalar, desta vez de um monte de escombros antigos que apontam para a veracidade da Palavra de Deus. Há vários anos atrás, Paul Johnson fez um discurso notável no Seminário de Dallas denominado "Um Historiador olha para Jesus." É uma das melhores composições sobre a veracidade e exactidão das Escrituras que eu encontrei. ( Chuck Colson )
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Por: Simon James Wadsworth
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Fonte : UCB Portugal *** Via Convicções

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A Ciência e o Conhecimento Histórico

[ Título original do texto : Tutankamon Siempre ]
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Recordarei para sempre a minha primeira visita ao Egipto. Ao visitarmos o Museu Egípcio, no Cairo, a primeira coisa que fizémos foi ir ver a sala onde se encontrava toda a parafernália que rodeava a mumia de Tutankamon. Saimos surpreendidos pela riqueza incomensurável do espólio arqueológico. Quando visitei de novo, nos anos 70, esta mostra arqueológica, ainda se desconheciam as técnicas genéticas que actualmente se aplicam tendo em vista averiguar as estruturas biológicas dos nossos antepassados. [...]
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Eudal Carbonell *** Continuar a ler AQUI em castelhano no jornal El Mundo Online

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Nefertiti não foi a mãe de Tutankamon

Os olhos da Arqueologia mundial estiveram ontem de manhã fixos sobre três cadáveres mumificados, no Museo do Cairo. Ali, perante o olhar de mais de uma centena de jornalistas e três vitrinas cobertas por lençóis, o dr. Zahi Hawass, Secretário do Conselho Superior de Antiguidades Egípcio, apresentou os resultados das análises de ADN do menino de ouro, o Faraó da XVIII dinastia, Tutankamon [...].
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Ler todo o artigo, em castelhano, AQUI, no jornal El País

TutanKamon Morreu de Malária

( Foto DN )
Estudo mostrou que o jovem faraó sofria de uma doença que lhe destruía os tecidos ósseos. Aos 19 anos, acabou por não resistir a um episódio de malária Tutankamon, o rapaz-faraó cuja causa de morte, aos 19 anos, estava envolta em mistério, terá afinal morrido de malária e de uma doença óssea, a doença de Köhler, que lhe provocou destruição dos tecidos. Este é o resultado de um estudo genético realizado em 16 múmias daquela época, entre as quais a do próprio Tutankamon, e que será publicado hoje na revista científica JAMA. O jovem faraó culminou uma das mais poderosas dinastias do Antigo Egipto, a do Império Novo (a décima oitava), que reinou na região há mais de três mil anos, entre 1550 e 1295 a.C. Tutankamon foi rei durante nove anos e morreu em 1324 a.C. "Sabia-se muito pouco sobre Tutankamon e os seus antepassados antes de Howard Carter ter descoberto o seu túmulo intacto, em 1922, no Vale dos Reis. Foi a descoberta da sua múmia e dos preciosos tesouros sepultados com ela, em conjunto com outras descobertas arqueológicas ao longo do século XX [sobre o Antigo Egipto] que forneceram informação importante sobre a vida do rapaz-faraó e da sua família", escrevem os autores, um grupo internacional de investigadores, liderado por Zahi Hawass, do Conselho de Antiguidades do Egipto, no Cairo. Para determinar a causa de morte de Tutankamon e investigar a possibilidade de doenças hereditárias na família real, os investigadores usaram a radiologia e a análise genética, que aplicaram num total de 16 múmias, das quais 11 (incluindo a de Tutankamon) pertenciam à mesma família. As outras cinco eram de reis do início do Novo Império, entre 1550 e 1479 a.C., e não pertenciam à linhagem de Tutankamon. Os trabalhos decorreram entre Setembro de 2007 e Outubro de 2009 e, além de terem determinado que Tutankamon sofria de malária e de malformações ósseas graves, permitiram identificar também uma das múmias como Akenaton, o pai do jovem faraó, e marido da lendária Nefertiti. As duas múmias de Akenaton e Tutankamon partilham inúmeras características morfológicas únicas, bem como o mesmo grupo sanguíneo. Outra das múmias estudadas foi identificada como Tye, a mãe de Akenaton e avó de Tutankamon. "Os resultados levaram-nos a concluir que uma circulação sanguínea insuficiente nos tecidos ósseos, que fragilizou ou destruiu uma parte deles, combinada com a malária, foi a causa mais provável da morte de Tutankamon", explicou Zahi Hawass. O estudo mostrou também que o jovem faraó havia sofrido uma fractura pouco antes da sua morte. A mesma fragilidade óssea foi identificada noutros membros da família que apresentavam malformações idênticas.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

À Descoberta dos pais de Tutankamon

( Foto D.N. )
O Egipto está prestes a anunciar a filiação do faraó Tutankamon, um dos grandes mistérios da arqueologia mundial, anunciou ontem o chefe do Departamento de Antiguidades Egípcias, Zahi Hawass. Esta descoberta vai ser anunciada dia 17 de Fevereiro -numa conferência de imprensa no Museu do Cairo - depois dos arqueólogos terem retirado os restos mortais da Múmia, em novembro de 2009, estando actualmente a fazer testes da ADN para chegarem às origens dos ascendentes de Tutankamon. Este faraó, nascido a 1345 antes de Cristo e morto em 1327, é o 11º da XVIII dinastia do Novo Império. "O resultado será conhecido depois dos testes de ADN que foram feitos no final do ano", segundo o secretário geral do Conselho Supremo das Antiguidades. O jovem faraó foi descoberto num sarcófago em 1922 por um arqueólogo inglês.
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

"A Perigosa Tarefa de Desvendar o Passado"

...Cada descoberta, claro, tem o seu preço. Além de muito trabalho e perseverança, Rodrigo Silva, volta e meia, é envolvido numa situação de perigo. Em 2001, no auge da Intifada, o pesquisador alugou um carro com placa israelita e dirigiu-se a Nazaré, área sob administração palestina. “Errei o caminho e fui atacado com paus e pedras pelos moradores da região, que devem ter pensado que eu era judeu.” No sufoco, fez o que qualquer crente faria – pediu socorro a Deus. “A ajuda veio através de outro motorista, que acenou para que eu o seguisse. Nem sei de onde veio o sujeito, mas ele me indicou o caminho certo e fugi dali”, lembra, divertido. Há dois anos, Silva fazia escavações em Tel Dan, próximo ao Mar Mediterrâneo, quando estourou um conflito entre Israel e Líbano por causa do sequestro de dois soldados israelitas pelo grupo radical Hizbolla. “Eu só ouvia os caças israelitas passando por cima da minha cabeça e depois o estrondo das explosões dos mísseis.” Por segurança, todos os arqueólogos foram retirados da região. Mesmo assim, Rodrigo Silva não desiste do trabalho: “O que me move é a paixão pela descoberta, pois confio no cuidado e proteção de Deus”, afirma, cheio de fé. [...]
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Ler texto integral AQUI na Revista Cristianismo Hoje

"Descoberto Templo do Século III antes de Cristo"

( imagem ilustrativa não correspondente )

Uma missão arqueológica egípcia descobriu na Alexandria os restos de um templo ptolomaico dedicado à deusa Bastet e pertencente à rainha Berenice, esposa de Ptolomeu III, cuja construção remonta ao século III antes de Cristo, escreve a Lusa. Segundo o Conselho Supremo de Antiguidades egípcio (CSA), a expedição, liderada por Mohamed Abdel Maqsud, também desenterrou 600 diferentes objectos da mesma época. As escavações de rotina que deram com o templo - com 60 metros de largura - foram realizadas na zona de Kom al Dika, na cidade egípcia de Alexandria, dentro de uma área militar. Tudo indica que o templo fosse dedicado a Bastet, divindade feminina da protecção e da maternidade porque entre os objectos encontrados estavam três figuras da deusa, uma delas representada com um gato. Foram ainda encontradas esculturas em pedra de um menino e de uma mulher, recipientes em barro, estátuas em bronze e louça de diferentes divindades do antigo Egipto, figuras de terracota dos deuses Harpócrates e Ptah. Abdel Maqsud considera que esta descoberta é o primeiro traço da verdadeira localização dos aposentos reais das dinastias que governaram esta milenária cidade mediterrânica.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Casa com quase 8.000 anos, e um Hipopótamo, Descobertos em Tel Aviv - Israel

( Imagem Jornal El Mundo )
"Um hipopótamo aqui ?! No meu jardim !? Estão a gozar comigo ! ", responde Hila, estudante da Universidade de Tel Aviv, que ocupa um apartamento arrendado no selecto bairro de Ramat Aviv, ao norte da cidade. A tranquilidade das ruas do bairro foi alterada por uma descoberta arqueológica que converte este bairro de gente endinheirada numa das cidades mais antigas do mundo. [...]
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Continuar a ler AQUI, em Castelhano, no jornal El Mundo

"Túmulos Descobertos ao lado das Pirâmides"

Autoridades dizem que descobertas mostram que os trabalhadores que construíram as pirâmides eram homens livres e não escravos. Túmulos ficam ao lado das maiores pirâmides, com mais de quatro mil anos.

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Os milhares de trabalhadores que construíram as pirâmides egípcias eram homens livres, que comiam carne regularmente, eram substituídos de três meses em três meses e receberam a honra de ser enterrados à sombra dos monumentos sagrados que ergueram. Uma honra que permite agora saber mais sobre estes homens, à medida que os seus túmulos vão sendo encontrados pelos arqueólogos.

A descoberta foi revelada ontem pelo ministro da Cultura, Faruk Hosni, e pelo Conselho Supremo de Antiguidades do país. O novo conjunto de túmulos de trabalhadores data da época da quarta dinastia do Egipto, que reinou de 2575 a 2467 antes de Cristo. Foi nesta altura, há mais de quatro mil anos, que foram construídas as grandes pirâmides, lembrou o chefe do conselho, Zahi Hawass, em comunicado.

As sepulturas confirmam ainda que os trabalhadores eram homens livres contratados e não escravos, ao contrário do que pensam a maior parte das pessoas, garante o especialista em egiptologia. E de três em três meses, eram substituídos por novas equipas.

"Estes túmulos foram construídos ao lado da pirâmide do faraó, o que indica que estas pessoas não eram de forma alguma escravos", diz Hawas. As sepulturas eram apenas para os homens que morriam durante a obra, acrescenta.

Os restos encontrados mostram que as cerca de 10 mil pessoas que trabalhavam na construção das pirâmides recebiam todos os dias 21 cabeças de gado bovino e 23 ovelhas, enviadas de quintas no Norte e Sul do Egipto para alimentar a força de trabalho. Os agricultores que contribuíam ficavam isentos de impostos, explica Hawass.

Os túmulos dos trabalhadores eram construídos com tijolos de barro e depois cobertos com estuque branco, provavelmente para imitarem os dos cidadãos mais ricos, feitos de calcário. Os primeiros foram descobertos em 1990, acidentalmente, quando um cavalo tropeçou numa estrutura de tijolo afastada da área principal do complexo funerário.

A descoberta é importante porque revela outro lado do Egipto - o das classes mais baixas - que não é visível nos monumentos dedicados a faraós, nobres e sacerdotes, explicou Salima Ikram, professora de Egiptologia na Universidade Americana do Cairo, à agência AP.

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In Diário de Notícias Online

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

"Fragmentos de Túmulo Egípcio Regressam ao Cairo"

( Imagem D.N. )

Os cinco fragmentos de decoração mural do túmulo do nobre egípcio Tetiky até há pouco no Museu do Louvre, e cuja devolução vinha sendo reclamada pelo Egipto, já se encontram no Museu do Cairo.[...]
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Ler texto integral AQUI no Diário de Notícias Online

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

"Templo de Isis emerge das Águas em Alexandria"

( Foto : jornal El Mundo )
Os tesouros arqueológicos ocultados pela baía de Alexandria, no Egipto, continuam a emergir das águas que os cobrem desde há mil anos. A última grande peça deste quebra-cabeças que se afundou há séculos, e que foi localizada e agora trazido do fundo, é parte de um pilar do templo Ptolomaico de Isis. […]
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Continuar a ler artigo AQUI , em Castelhano, no jornal El Mundo

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Detalhes do Mundo - Chichen Itzá

( Clique na imagem para AUMENTAR )

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Tumulo de Tutankamon Restaurado

( Foto jornal El Mundo )

O Conselho Superior de Antiguidades Egípcio (CSA) e o Getty Conservation Institute, com sede em Los Angeles, USA, começaram os trabalhos de restauração e conservação do tumulo do mítico faraó egípcio Tutankamón.
O projecto incluirá uma análise científica dos problemas que afectam as pinturas murais do tumulo, situado no Vale dos Reis, na cidade meridional de Luxor, segundo o director do Instituto Getty, Tim Whalen. [...]
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Continuar a ler AQUI , em Castelhano, no jornal El Mundo de 10 de Novembro de 2009

domingo, 27 de setembro de 2009

Descoberto o Maior Tesouro Anglo-Saxónico

O maior tesouro anglo-saxónico jamais visto, constituído por mais de 1500 peças de ouro e prata e datado do século VII, foi descoberto, de forma fortuita, num campo de Inglaterra, noticiou hoje a BBC.
Segundo a cadeia pública de televisão britânica, a impressionante colecção, encontrada com um detector de metais num prado de propriedade privada, no condado de Staffordshire, compreende sobretudo armas, tais como espadas com punhos de ouro e incrustações de pedras preciosas. Terry Herbert, responsável pelo achado, classificou-o como "o sonho de qualquer amante da detecção de metais". Há 18 anos praticante desta actividade, Herbert deu com o tesouro quando, com um detector de metais, passava "a pente fino" o terrreno de um amigo. Um perito em antiguidades, Kevin Leahy, que actualmente está a catalogar o tesouro, assegurou que os arqueólogos ficaram "impressionados" com a qualidade do material encontrado. A colecção, já certificada como tesouro por um magistrado, inclui cinco quilos de ouro e dois quilos e meio de prata, o que faz dela a mais importante do período anglo-saxónico desde a descoberta, em 1939, de 1,5 quilos de ouro em Sutton Hoo, no condado oriental de Norfolk. Depois de mostrado ao público, o tesouro será guardado "a sete chaves" enquanto uma comissão independente de avaliação determina o seu valor. Leslie Webster, antiga responsável do departamento de Pré-História e Europa no Museu Britânico de Londres, declarou à BBC que o achado poderá mesmo "alterar radicalmente" a percepção que hoje se tem do mundo anglo-saxónico.
In Diário de Notícias de 24 de Setembro de 2009