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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Os Mártires da Ciência



( Imagem no  jornal El Mundo )

Os movimentos e a natureza do cosmos eram um autêntico mistério para os primeiros pensadores da antiguidade, do mesmo modo que agora  é um enigma para nós a forma como os sábios o apreendiam por forma a alcançarem, com os escassos meios que tinham, algumas conclusões que hoje nos surpreendem. Às vezes é difícil perceber se possuíam efectivamente conhecimentos sobre o assunto, ou se eram apenas os seus contemporâneos que faziam o favor de  lhos atribuir mais como sinal de respeito e admiração.
É o caso de Tales de Mileto, considerado um dos primeiros pensadores que tentou explicações lógicas para a realidade que o cercava. Tales de Mileto viveu entre os séculos VII e VI  a.C. e os filósofos posteriores recorda-lo-iam como o estereotipo do sábio distraido, desinteressado das riquezas materiais e capaz de cair num poço enquanto caminhava  absorvido pelos seus pensamentos.[...]
Ler texto integral, em castelhano, AQUI, no jornal El Mundo 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A Maravilhosa Substância dos Genes





Olhe para a sua mão. 

Cada uma das células da sua pele contem informação genética que herdou dos seus pais. Assim como uma ou outra ruga, escrita na sua pele pelo estilete vida, também essa informação genética foi de certa forma modelada pela sua interação com os lugares por onde o leitor passou, os ares que respirou, a comida que ingeriu, as emoções que viveu.

No núcleo de cada uma dessas células (assim como as de todo o corpo, mas excluindo as células reprodutivas) existem 46 cromossomas agrupados aos pares: cada um dos 23 que herdou da sua mãe emparelhou, desde a fecundação que lhe deu origem, com os homólogos 23 que recebeu do seu pai.


Cada cromossoma contem os genes onde estão inscritas as informações para a forma da sua mão, assim como para as proteínas fotoreceptoras que estão na sua retina e que permitem que esteja a ler este texto. De resto, os 46 cromossomas contem a grande maioria dos genes que instruem a maquinaria proteica a ser o que somos na nossa relação com o ambiente e com os outros seres que coabitam connosco nesta lágrima de tempo que é a nossa existência.[...]

Ler texto integral AQUI

Fonte: De Rerum Natura

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

O Passado genético Árabe dos Europeus.

( Asentamento atribuido ao 'Homo sapiens' em Oman )

O caminho percorrido durante a  longa viagem de 60.000 anos que trouxe o homem desde África até ao resto do mundo passou  por território Árabe, onde fez uma primeira paragem,  antes de continuar a expandir-se. Assim se depreende das análises genéticas realizadas por uma equipa de investigadores portugueses, britânicos e de diversos países árabes, publicadas esta semana na revista "American Journal of Human Genetics". Os cientistas, dirigidos pela portuguesa Luisa Pereira, da universidade do Porto, sequenciaram o genoma mitocondrial completo de 85 indivíduos do sudoeste asiático comparando-o com o de 300 europeus[...]


Ler texto integral AQUI, em castelhano, no jornal El Mundo

segunda-feira, 14 de março de 2011

Telescópios do Observatório Astronómico de Lisboa estão Cegos...

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Em 150 anos, os telescópios do Observatório Astronómico de Lisboa ficaram praticamente cegos com a luz da cidade que cresceu em sua volta e o seu diretor lamenta a falta de dinheiro para tornar o espaço num "museu vivo".
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Inaugurado em 1861, o Observatório, localizado na Tapada da Ajuda, estava inicialmente fora do alcance das luzes da cidade de Lisboa, o que, com o passar dos anos, mudou completamente. "Hoje, a qualidade do céu é tão má" que o Observatório de Lisboa, e todos os observatórios clássicos, encomendam a observação em outros lados e dedicam-se hoje a "tratar os dados e a tirar conclusões", disse à agência Lusa o seu diretor, Rui Agostinho. Segundo o responsável, o Observatório tem um "património histórico de excelência" herdado do terceiro quartel do século XIX. "Os instrumentos podem ser vistos no seu contexto original, o prédio é o original, o jardim também", explicou. Rui Agostinho afirmou que o potencial para se transformar em museu já foi reconhecido por especialistas internacionais. "O Observatório deveria ser um museu dos tempos modernos, um museu vivo", defendeu Rui Agostinho, reconhecendo que, "apesar de serem instrumentos muito especiais, ver telescópios velhos não é muito apelativo". Assim, defende que quem visitasse o Observatório/Museu deveria ter oportunidade de ver "a ciência aplicada" e os instrumentos a continuarem a produzir conhecimento.[...]
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Ler Texto integral AQUI no Diário de Notícias Online

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Tartaruga Israelita Desloca-se em "Cadeira de Rodas"...

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Tzvika é uma tartaruga de terra, fêmea, que há dois meses sofreu um grave acidente. Um corta-sebes passou-lhe por cima danificando-lhe a carapaça e a coluna vertebral. Desde então, deixou de poder mover as patas traseiras, no entanto desloca-se graças a uma "cadeira de rodas" criada propositadamente para ela. [...]
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+ Ler toda a notícia, em castelhano, AQUI no jornal El Mundo

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Anti-Matéria "Caçada" no CERN

( Imagem D.N. )
No CERN não se criam só minibig bangs, como há dias aconteceu. Os físicos do centro europeu de investigação nuclear, em Genebra, também conseguiram agora pela primeira vez "caçar" e armazenar átomos de antimatéria. Mais precisamente 38 átomos de anti-hidrogénio. Um átomo de hidrogénio é constituído por um protão (partícula elementar do núcleo atómico) e por um electrão negativo, que gira em torno desse núcleo. Um anti-hidrogénio é o seu inverso: tem um protão negativo, ou antiprotão, e um electrão positivo, ou positrão. Foi o físico inglês Paul Dirac, que em 1931 previu a existência de antimatéria, uma matéria espelho da que conhecemos. No entanto, ela é quase impossível de observar porque é anulada ao contacto com a matéria, produzindo uma enorme quantidade de energia. E por isso é um grande mistério. Em 1995, os físicos do CERN conseguiram produzir os primeiros antiátomos de hidrogénio, mas como eles desapareceram no instante seguinte, não foi possível estudar as suas propriedades. Agora, no decurso de uma experiência chamada Alpha, os 38 antiátomos foram apanhados e duraram um décimo de segundo nas mãos dos investigadores, o que "foi tempo suficiente para os estudar", segundo o CERN. Para confinar os 38 anti-hidrogénios os físicos utilizaram um novo tipo de "prisão" magnética, depois de 335 tentativas para produzir aquela antimatéria. "Por razões que ninguém compreende, a natureza eliminou a antimatéria, por isso é emocionante olhar para o Alpha e saber que contém átomos estáveis e neutros de antimatéria", disse Jeffrey Hangst, um dos físicos que participou na experiência.
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Segredos Cosmológicos de Antas e Menires

Alinhamento de dólmenes com a lua cheia da Primavera abre a porta à visão cosmológica no Neolítico. Há portugueses nesses estudos.

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Seria preciso estar lá no momento certo, quando a lua cheia da Primavera se eleva no horizonte, alinhada com algumas das pedras do cromeleque, ou com o seu eixo central, consoante os monumentos. Em Almendres, o maior círculo de pedras milenares da Península Ibérica, esse alinhamento é com dois menires: um no topo, outro na base do monumento. No de Vale d'el Rey, que tem a forma de uma ferradura, o ponto no horizonte onde nasce a primeira lua cheia da Primavera alinha-se com o seu eixo central. O físico Cândido Marciano da Silva, que há décadas percorre o país para fazer medições nestes locais, evoca a emoção desse testemunho. "É um fenómeno muito especial, sente-se ali qualquer coisa", diz. Há cinco a oito mil anos, quando os homens do Neolítico ergueram estas pedras na paisagem, bem como os dólmenes ou antas (os seus monumentos funerários), poderiam ter sentido algo semelhante ao contemplar no céu os movimentos do Sol e da Lua. Na sua relação com o horizonte, e com os astros inacessíveis, esses agricultores e pastores teriam também a sua cosmologia própria. É isso que Cândido Marciano da Silva procura ler nas medições que há cerca de três décadas faz nestes monumentos. Não é o único. O jovem físico Fábio Silva, que mediu a orientação de 31 antas entre o Douro e o Mondego, está a desenvolver trabalho nesta área. Os estudos de ambos, publicados no Journal of Cosmology, e noutras revistas científicas, mostram que o Sol e a Lua, na sua dança diurna-nocturna e na sua ligação às estações do ano, estão "marcados" na posição das pedras na paisagem, que apontam para direcções bem definidas. E esse conhecimento abre a porta para a compreensão da visão cosmológica dos seus construtores.[...]
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Ler todo o artigo AQUI no jornal Diário de Notícias online

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Veja Estrelas em Fronteira

Se estiver no Alto Alentejo, próximo de Fronteira ( Distrito de Portalegre ) aproveite e vá ver estrelas. O Observatório Astronómico de Fronteira promove, durante alguns dias da semana e aos fins de semana, observações astronómicas ou outros eventos relacionados com astronomia. Embora seja gratuito, as entradas podem carecer de prévia inscrição através do site da Câmara Municipal. Alguns eventos, nestes meses de verão, inserem-se no âmbito mais vasto do programa "Ciência Viva" e passam também pela Vila do Crato, na torre do Castelo. Para além das observações astronómicas, pode ainda programar visitas turísticas a esta zona do Nordeste Alentejano, uma das mais belas e com mais história do país, para já não falar da sua riqueza gastronómica. Sim, Alentejo é muito mais do que paisagem.
( Rua em Castelo de Vide )
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Jacinto Lourenço

quarta-feira, 19 de maio de 2010

"Os Segredos do Maior Telescópio do Mundo"

É um dos cinco grandes projectos científicos do século XXI, tem a participação de Portugal, chama-se SKA, é um telescópio que se vai espalhar por um círculo de 3.000 km de diâmetro e estará pronto em 2020. [...]
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Ler todo o Artigo AQUI no semanário Expresso

sexta-feira, 14 de maio de 2010

"Aquecimento Global Acaba com Lagartos"...

Para que servem as lagartixas é algo que teremos que começar a perguntar-nos pois dentro de pouco tempo já não existirão. É um sinal de alarme de que alguma coisa não está bem com os eco-sistemas.
Os cientistas descobriram que lagartos e lagartixas estão a desaparecer em todas as regiões do planeta, inclusive aquelas que não têm registado alterações de qualquer tipo e onde, em teoria, não deveriam existir motivos para que se verificasse um desaparecimento tão rápido e drástico destas espécies.
A revista Science publica o resultado de uma investigação levada a cabo por 26 cientistas de 12 países que constataram a situação pela qual estes répteis estão a passar. Dado que não são capazes por si mesmos de regular a sua temperatura corporal, como fazem os mamíferos, dependem inteiramente da temperatura ambiente para receber calor, pelo que se tornam extremamente sensíveis às variações desta, encontrando-se expostos às alterações que têm afectado o clima global da terra. [...]
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Ler todo o artigo AQUI, em Castelhano, no jornal El Mundo

sexta-feira, 7 de maio de 2010

"O Lado Oculto do Nascimento das Estrelas" - ou os Insondáveis Mistérios da Criação de Deus.

( Foto jornal El Mundo )
Os primeiros resultados do Telescópio de infravermelhos da Agência Espacial Europeia (ESA) mostram detalhes desconhecidos da formação estelar. As novas imagens exibem milhares de galáxias longínquas em pleno processo de formação de estrelas e nebulosas ao longo de toda a Via Láctea. Uma das Imagens mostra, inclusivamente, uma estrela "impossível" em plena formação. As imagens da nebulosa de formação estelar RCW 120 revelaram uma estrela embrionária que, parece, virá a converter-se na maior e mais brilhante de toda a Galáxia nas próximas centenas de milhares de anos. Possui já uma massa de oito a dez vezes superior à massa do Sol e está rodeada de mais 2.000 massas solares de gás e pó, dos quais se alimenta, pelo que tem todas as condições para continuar a crescer. [...]
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Continuar a LER AQUI, em Castelhano, no jornal El Mundo

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O Vaticano anda a Espiar as Estrelas... O que diria Galileu ?!

O astrónomo e jesuíta Jose Gabriel Funes, que dirige desde 2006 o Observatório Astronómico do Vaticano, instalado em Castel Gandolfo, a residência de Verão dos papas, explica sem rodeios que se tornou astrónomo "para se aproximar de Deus, que criou o Universo". A um só tempo homem de ciência e de religião, Jose Gabriel Funes, de nacionalidade argentina, diz conciliar sem problemas os dois mundos. "As nossas questões são as mesmas que se colocam aos nossos colegas laicos: compreender como funciona o universo, qual é a sua origem, saber se há planetas idênticos à Terra. Mas somos o observatório do papa, estamos aqui para servir o papa, a Igreja e os nossos colegas", afirmou o responsável do observatório do Vaticano à jornalista Catherine Jouault, da AFP. O padre Funes tornou-se, aliás, astrónomo em primeiro lugar e só depois abraçou a vida religiosa, tal como aconteceu com o seu colega Guy Consomagno, do mesmo observatório, que é especialista em meteoritos. "Sou antes de mais um cientistas", diz este último, notando, no entanto, que é a sua "fé em Deus" que lhe dá "coragem" para fazer a sua investigação. "É necessário ter fé para nós dizermos que há respostas e leis para descobrir e que o universo não é apenas um caos", sublinha Guy Consomagno. Um telescópio antigo está instalado no observatório, mas serve hoje para o papa, e apenas para espreitar os planetas próximos. O Observatório do Vaticano instalou um telescópio moderno no Arizona (EUA) e é aí que oito outros religiosos levam a cabo o trabalho científico actualmente. Em Castel Gandolfo respira-se a História.
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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Astrónomos Americanos Descobrem Asteróide Coberto de Gelo

( Imagem jornal El Mundo - Asteróide Themis)

A água dos nossos oceanos poderá ser proveniente do impacto de numerosos asteróides. Esta é a conclusão que retiram dois grupos de cientistas, da Universidade Hopkins de Laurel e da Universidade Central da Florida, ambas dos Estados Unidos, nos seus estudos publicados na revista Nature .
Os investigadores descobriram que um dos maiores asteróides do anel principal do conjunto de fragmentos rochosos que se encontram entre as órbitras de Júpiter e Marte, está coberto de gelo e de material orgânico, principalmente Carbono. [...]
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Continuar a Ler AQUI, em Castelhano, no jornal El Mundo

sábado, 24 de abril de 2010

Hubble: 20 anos a Espreitar o Universo

( Imagem D.N. )
[ Título original do artigo: Hublle: 20 anos a olhar para fora deste mundo ]
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Telescópio ajudou a descobrir planetas extra-solares e serviu para estimar a idade do universo em 13 700 milhões de anos.

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A 24 de Abril de 1990 era lançado para a órbita terrestre aquele que seria o maior "olho" virado para o universo desconhecido. Vinte anos depois, o Hubble é o veterano dos telescópios espaciais e continua a dar voltas em torno da Terra. No seu percurso abriu caminho para o conhecimento acerca de planetas extra-solares e hoje consegue, até, saber a composição química das suas atmosferas, o que tem sido útil na sua procura por vida além-Terra. Aliás, o seu lema é mostrar "o fora do normal... e o fora deste mundo". O trabalho do Hubble nestas duas décadas é notável. Desde 1990, o telescópio realizou 600 mil gravações de cerca de 30 mil objectos, segundo dados da NASA - a agência espacial norte-americana. Todos os meses são transferidos para a Terra 80 gigabytes de informação, o equivalente a 80 grandes enciclopédias. O Hubble ajudou a explicar o nascimento de estrelas e planetas e a estimar a idade do Universo em 13 700 milhões de anos. Inclusive, a investigar a misteriosa matéria negra que fez com que a expansão do universo tenha sido mais acelerada. Tudo começou em 1946, quando o astrónomo Lyman Spitzer escreveu um documento intitulado "Vantagens astronómicas de um observatório extraterrestre". Nesse texto, Spitzer falou das duas vantagens de se ter um telescópio em órbita: a resolução angular deixaria de ser influenciada pela turbulência atmosférica que faz, por exemplo, com que as estrelas pisquem. Em segundo lugar, um telescópio colocado no espaço poderia observar a radiação infravermelha e ultravioleta. De facto, estas são as vantagens apontadas ao Hubble, que tem uma visão livre da profundidade do universo. Em 1962, a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos recomendou a construção de um telescópio para ser colocado em órbita e, três anos depois, Spitzer foi nomeado responsável pelo comité, definindo os objectivos científicos do programa. O seu nome foi dado em homenagem a Edwin P. Hubble (1889-1953), astrónomo norte-americano que comprovou a existência de mais astros além dos existentes na Via Láctea. Pela primeira vez, com este telescópio, foi possível conhecer estrelas de outras galáxias, assim como observar ondas de grande alcance, como as infravermelhas, que são absorvidas pela nossa atmosfera. Mas o fim do Hubble está já anunciado: em 2014, irá ser colocado no espaço o substituto, o Telescópio Espacial James Webb (ver caixa). O custo da sua manutenção, até agora, foi de dez mil milhões de dólares (7500 milhões de euros), valor dividido pela NASA (85%) e pela Agência Espacial Europeia (restantes 15%).
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In Diário de Notícias de 24 de Abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Península Ibérica Aquece...

As Temperaturas médias aumentaram 0,5ºC por década desde 1975.
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O Ritmo de aquecimentoé cerca de 50% superior à média do Hemisfério Norte.
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A última década regista as mais baixas taxas de precipitação desde 1950.
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As temperaturas médias aumentaram, na Península Ibérica, à volta de 0,5ºC por década desde 1975, uma taxa similar à que regista a Europa mas que supera em cerca de 50% o ritmo de aquecimento do resto do Hemisfério Norte e quase três vezes a média global. [...]
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Continuar a ler AQUI, em Castelhano, no jornal El Mundo

domingo, 7 de março de 2010

Lugar Perigoso

“O mundo é um lugar perigoso para se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas por causa daqueles que o observam e deixam o mal acontecer”.
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(Albert Einstein)
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Via A Ovelha Perdida

terça-feira, 2 de março de 2010

"Sidereus Nuncius" de Galileu Traduzido para Português

O primeiro livro de Galileu Galilei poderá ser lido integralmente em português a partir de Março, quatrocentos anos depois de ter sido publicado.
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O 'responsável' pela tradução de Sidereus nuncius (Mensageiro das Estrelas) é Henrique Leitão, professor de História da Ciência na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. O pretexto foi o Ano Internacional da Astronomia, que termina oficialmente a 17 de março. Mensageiro das Estrelas revela aquilo que Galileu viu através do seu telescópio entre finais de 1609 e março de 1610, como a rugosidade da superfície da lua, os satélites de Júpiter e muitas, muitas estrelas. "Muito mais do que se pensava existir", explica o tradutor. Henrique Leitão considera "preocupante" a falta de uma tradução na íntegra para português das obras de Galileu e avança com uma justificação: "Há uma tendência para estas personalidades, como Galileu, serem muitas vezes mais comemorados externamente ou declamatoriamente do que realmente com estudo." Transformar Galileu num verdadeiro objeto de estudo é assim um dos objetivos da publicação."Tem de se ler o que escreveu: dá trabalho, mas é muito recompensador. E Galileu é muito mal conhecido em Portugal." O tradutor elogia a forma como o astrónomo conta o que vê, "com imensa arte e capacidade de perturbar as pessoas".As suas descobertas "tornaram-se em factos centrais no lançamento de um debate astronómico importantíssimo no século XVII", conclui.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Manuscrito sobre Experiências de Newton tornado Público

O manuscrito que relatou originalmente a história de como o cientista britânico Isaac Newton se inspirou na queda de uma maçã para sustentar a suas teorias sobre a gravidade, sairá, pela primeira vez, esta segunda -feira [ontem] , dos arquivos da Royal Society de Londres. Os detalhes do "Eureka" de Newton ( 1643-1727 ), quando descobriu a "chave" para formular a sua famosa teoria da gravidade, fazem parte de uma biografia do cientista escrita por William Stukeley em 1752. [...]
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Continuar a ler AQUI, em Castelhano, no jornal El Mundo

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

8 de Janeiro: Morreu Galileu Galilei...

[ Titulo original do artigo: Aniversário da morte de Galileu ]
Galileu Galilei (1564- -1642) foi um dos primeiros astrónomos a compreender o sistema solar. Este renascentista fez as primeiras observações científicas com telescópio e, em 1610, descobriu as quatro maiores luas de Júpiter, o planeta gigante que protege a Terra de colisões cósmicas. Entre outras observações, o cientista detectou os anéis de Saturno ou as manchas solares. Galileu faleceu em Florença a 8 de Janeiro de 1642, faz amanhã 368 anos. As suas ideias sobre movimento ou inércia foram fundamentais para o desenvolvimento da física, mas a teoria heliocêntrica foi proibida pela Inquisição e Galileu, condenado pelo Santo Ofício, foi forçado a não divulgar as suas ideias, consideradas heréticas.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Pontos de "Contacto" ( ou de "Controvérsia" ) ...

[Título original em PavaBlog: Uma Possível Conciliação entre Cristianismo e Evolução ]

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Hoje [24.11.09] faz exactamente 150 anos que A origem das espécies, De Charles Darwin, foi lançado. Esse livro afectou a humanidade como poucas outras obras ao longo da história, e para muitos se Tornou sinónimo da incompatibilidade entre ciência e religião. Felizmente, de uns tempos para cá, alguns cientistas competentes em seus campos, e que são pessoas religiosas, passaram a construir uma meio-termo, defendendo Darwin dos ataques de fundamentalistas religiosos e defendendo uma religião dos ataques de fundamentalistas científicos. Karl Giberson, presidente da Fundação BioLogos, É um desses autores. Cristão Evangélico, Ph.D. em Física, professor universitário, lançou Giberson Salvando Darwin (HarperOne, 248 p. Meu exemplar foi comprado na Amazon) E veremos que não foi sem razão que o Washington Post Considerou a obra como um dos melhores livros de 2008. E com uma resenha de Salvando Darwin O quê Tubo de Ensaio Abre uma semana dedicada a Charles Darwin e aos 150 anos de seu livro. [...]
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