quinta-feira, 18 de junho de 2009

França pode Expulsar Cientologia

É bem possível que à hora em que este Post fique online, a designada "igreja" da Cientologia já esteja "Ofline" no território Francês. A acontecer, isso representa apenas o cair da máscara de uma organização cujos objectivos, propósitos e "modus operandi" se tornam, aos olhos das pessoas em geral, altamente suspeitos, e não pelos melhores motivos, como é evidente... .

Jacinto Lourenço
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A sentença do caso da Cientologia em França é hoje conhecida. Dependendo do veredicto a seita - acusada de forçar adeptos a pagar 'testes de personalidade' oferecidos gratuitamente – pode ser expulsa de França. A Igreja da Cientologia, acusada de fraude e formação de quadrilha e pode ser banida na França. A seita religiosa vê ainda sete dos seus membros também julgados por exercício ilegal de actividades farmacêuticas. No centro do processo estão acusações de uma mulher que afirma ter sido pressionada a pagar grandes somas de dinheiro por um teste de personalidade oferecido gratuitamente. A organização é vista pelas autoridades francesas como seita. E hoje em caso de condenação, a Igreja da Cientologia corre o risco de ser banida do país. Esta é a primeira vez que duas pessoas jurídicas - a associação espiritual da Igreja da Cientologia Celebrity Centre, a principal estrutura da organização, situada em Paris, e também a sociedade anónima SEL, livraria propriedade da Cientologia - integram o banco dos réus. Até este processo, apenas alguns membros desta Igreja tinham sido processados pela justiça. .

In Diário de Notícias Online de 17 de Junho de 2009

Crianças Sempre ou maturidade natural !?

“Para um bébé, a dependência é tudo; qualquer outra pessoa tem de atender suas próprias necessidades ou a criança irá morrer. Os pais passam a noite toda acordados, limpam o vómito, ensinam a usar o vaso sanitário e realizam outras actividades rotineiras, tudo devido ao amor, pois percebem a dependência da criança. Mas tal padrão de procedimento não pode continuar indefinidamente. Uma águia sacode o ninho para obrigar seus filhotes a voar; uma mãe cobre o seio para desmamar o filho.Nenhum pai sadio deseja que um filho seja permanentemente dependente. E, de igual forma, um pai não fica levando a filha num carrinho de bébé, de um lado para o outro, a vida inteira, mas ensina-a a andar, sabendo que um dia ela poderá ir embora. Os bons pais encaminham seus filhos da dependência rumo à liberdade.Os amantes, entretanto, revertem este modelo. Um amante possui liberdade, e no entanto escolhe abrir mão dela. “Sujeitando-vos uns aos outros”, diz a Bíblia, e qualquer casal pode lhe dizer que essa é uma descrição apropriada do processo de viver dia a dia em harmonia. Num casamento saudável, um dos cônjuges submete-se voluntariamente aos desejos do outro, por amor. Num casamento problemático, a submissão torna-se parte de uma luta pelo poder, um cabo-de-guerra entre egos em competição. A diferença entre esses dois relacionamentos mostra, creio eu, o que Deus procura em sua longa história com a raça humana. Ele não deseja o amor dependente, desamparado, de uma criança que não tem escolha alguma, mas o amor amadurecido, espontaneamente dado, de um amante.Deus nunca obteve esse amor amadurecido por parte da nação de Israel. O registo bíblico mostra Deus estimulando a jovem nação em direcção à maturidade: no dia em que Israel marchou entrando na Terra Prometida, cessou o maná. Deus providenciaria uma nova terra; agora era responsabilidade dos israelitas cultivarem o seu próprio alimento. Numa reacção tipicamente infantil, Israel imediatamente começou a adorar os deuses da fertilidade. Deus desejava uma amante; em vez disso, obteve uma criança raquítica.”
Philip Yancey em Decepcionado com Deus

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Idosos que Fazem Planos Vivem Mais Tempo

"Por vezes sinto que já fiz tudo o que havia a fazer nesta vida", "Estabelecia metas pessoais mas isso agora parece-me uma perda de tempo" ou "O meu dia-a-dia parece-me frequentemente trivial e pouco importante". Já ouviu estas frases em algum lado? Estas foram as ideias usadas num questionário para um estudo publicado esta semana que avaliou a associação entre a posse de um objectivo de vida e a mortalidade.
Versão Integral do Texto, Ler Aqui
In Jornal Público de 16 de Junho de 2009

Só A Verdade

Eu já cantei “vai dar tudo certo, em nome de Jesus”. Em minhas palestras e sermões, antecipei grandes reviravoltas na vida de meus ouvintes. Mas, com o passar do tempo, percebi que apesar de toda a minha boa vontade, tais guinadas não aconteciam com a frequência que eu desejava. Nem tudo dava certo! Alguns amigos agonizaram, carcomidos de câncer. Outros foram à bancarrota. Não vou nem mencionar os casamentos que celebrei e que terminaram em divórcio. Confesso minha infantilidade: repeti jargões ufanistas, sem critério. Pior, capitalizei em cima de ilusões. Percebo que não estou só. Políticos, conferencistas motivacionais, assim como líderes religiosos, adoram repetir frases de efeito - que, na verdade, só servem para fortalecê-los. Infelizmente, as consequências são desastrosas. Mulheres azedaram na vida porque alguém prometeu que Deus (ou Santo Antônio) traria um marido “no tempo certo”. Empresários se desesperaram porque alguém assegurou que “o Senhor não permite que seus filhos fracassem nos negócios”. Pais e mães perderam a fé porque jamais cogitaram que um câncer “seria permitido” em uma família piedosa e obediente. É comum ver pessoas acorrentadas a promessas que “um dia vão chegar” - mas que não chegam nunca; ver pessoas atribuindo aos “paradoxos” e aos “mistérios insondáveis da eternidade”, os contratempos que a vida impõe. Nada como o dia a dia para arrasar com os discursos triunfalistas. Crianças agonizam com diarréia nas favelas; faltam ambulâncias nas periferias para salvar os infartados; professores de escola pública recebem uma ninharia no perpétuo ciclo ignorância-desemprego-miséria. Quem ganha? As revistas de fofoca com seus conselhos de auto-ajuda, os televangelistas e as religiões pequeno burguesas. Nos arroubos de vitória, as relações utilitárias com a Divindade prosseguem intocadas e os cantores gospel faturam bem. Reconheçamos: a vida de muitos simplesmente não vai dar certo. A estrutura econômica assimétrica não permite que multidões subam a escadaria da inclusão social. Os oligarcas não vão abrir mão de seus benefícios (veja a miséria do Maranhão, feudo de uma família poderosa). Muitos não vão entrar na terra prometida; homens adoecerão sem conseguir recuperar suas empresas; mulheres não vão sair do lugarejo que lhes asfixia; rapazes, que sonhavam em jogar futebol na Europa, terão que se contentar com o saláro de balconista. Não se deve desprezar a realidade em nome da esperança. Não se deve negligenciar as amarras sociais em nome das promessas de Deus. Não se deve perpetuar fantasias em nome do otimismo. Sou pastor, pregador e conferencista, mas não tenho o direito de me descolar da existência concreta que as pessoas enfrentam todos os dias. Por isso, assumo um compromisso com a verdade. Obrigo-me não à verdade metafísica, absoluta, da religião ou da filosofia. Estou abraçado à verdade que o cotidiano impõe. Acredito que só promoverei a liberdade se ensinar o meu próximo a olhar a realidade sem enganos. – “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará!”.
Soli Deo Gloria

Da Agonia Maior

A escassez material acirra ainda mais o desespero intrínseco do ser humano. Principalmente do individuo citadino. Se é certo que a desesperança e a desgraça são inatas a toda a humanidade caída, como Mamom é um dos deuses populares nas urbes, aquele que mais sustenta o ardil supérfluo do ter e do poder, é consequente portanto, que os piores desesperados se encontrem nos centros cosmopolitas. Essa sede material apenas expõe a outra agonia maior: a desgraça gritante da falta da Graça. A sede de Deus.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Não Somos um Tumor Maligno, Mas...

Exactamente há 140 anos, “O Apóstolo”, o único órgão de imprensa do catolicismo na capital do Império, publicou nas edições de 7 e 14 de março de 1869 diversas alusões acentuadamente depreciativas ao protestantismo. (O bispo da então Diocese de São Sebastião do Rio de Janeiro era Dom Pedro Maria de Lacerda, discípulo e colaborador de Dom Viçoso, de Mariana, MG.) Uma delas dizia que “o protestantismo, semelhante ao pólipo, só produz incrustações e sedimentos”. Outra afirmava que o protestantismo “é perigosíssimo” porque “tem causado guerras muito sanguinolentas e a efusão de jorros de sangue”. Para o jornal “é da Reforma de Lutero que saiu no século XVI este monstro que gerou a Revolução Francesa, que perverteu e desmoralizou as nações, que cobriu a França de crimes e a inundou de sangue, que fez dos povos gladiadores, das nações, grandes açougues de carne humana”.Todavia, entre as muitas críticas infundadas, provocadas pelo espírito da época, uma tem razão de ser: “O protestantismo está subdividido em centenas de seitas: em qual delas está a verdade?”No ano anterior, em julho de 1868, numa reunião promovida por alguns estudantes da Academia de Direito de São Paulo, no Largo de São Francisco, para debater o protestantismo, o estudante Alfredo de Queiroz, do quinto ano, tomou a palavra e contestou a questão da unidade protestante, dizendo que “só nos Estados Unidos há cinquenta denominações evangélicas” (hoje são 6.161 nos Estados Unidos e 33.820 ao redor do mundo, segundo o “Dictionary of Christianity in America”). Como representantes dos protestantes, estavam presentes dois pastores presbiterianos: o americano Robert Lenington, de 35 anos, e o madeirense Emanuel Nathaniel Pires, de 30. E entre os estudantes estava o jovem Joaquim Nabuco, de 17 anos, aquele que viria a ser o notável político, diplomata, historiador e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Alguns anos depois, numa conferência para advogar a liberdade religiosa, Nabuco pronunciou-se a respeito daquela histórica reunião, alegando que ela foi injusta por ter dado muito tempo aos estudantes católicos e poucos aos ministros protestantes, e fez a seguinte confissão: “Desde então, eu abomino a intolerância com o ódio do remorso e dessa falta venho hoje fazer penitência”.“O Apóstolo” de 2 de agosto de 1868 tem toda razão: “Ramos cortados de uma grande árvore [o cristianismo e não o catolicismo], espalhados e empregados em diferentes usos, nunca formarão um todo uniforme” (p. 245).Não somos semelhantes a um tumor maligno, causando metástase aqui e ali, mas abusamos da nossa preciosa liberdade religiosa, agindo muitas vezes por razões puramente carnais. Até quando?

Galileu: o Sábio Perseguido

Para muitos, símbolo da luta da razão contra a irracionalidade da igreja. Durante mais de três séculos, Galileu foi fonte de polémica entre a ciência e a igreja católica. Erro histórico ou grave culpa que pesa sobre Roma ?
Versão integral do texto em Castelhano, Ler Aqui
In Jornal El Mundo Online de 15 de Junho de 2009

Vacas Anti-Ambiente

Vacas e ovelhas poluem mais do que os carros
Apesar do ar inofensivo, vacas, búfalos ou camelos são das maiores ameaças para o ambiente. A produção de carne e as emissões de gases destes animais contribuem em 18% para o aumento do aquecimento global. Mais do que o sector dos transportes (13,5%). A solução passa por mudar a alimentação do gado, mas também a nossa, reduzindo o consumo de carne.[...]
In Diário de Notícias Online de 14 de Junho de 2009
Versão Integral do texto, Ler Aqui

segunda-feira, 15 de junho de 2009

A Princesa Portuguesa que 'Fundou' o Prado

Lima de Carvalho quer tornar conhecido o nome de Maria Isabel de Bragança.
Lima de Carvalho, director da galeria de arte do Casino do Estoril, está empenhado em tornar o nome de Maria Isabel de Bragança, "fundadora do Museu do Prado", conhecido de todos os portugueses. Nascida em 1797, filha do rei João VI e de Carlota Joaquina, Maria Isabel casou-se com o rei de Espanha, Fernando VII. Foi ela que convenceu o marido a erguer em Madrid um museu real consagrado às Belas Artes. Não chegou a vê-lo concluído. Morreu aos 21 anos, de parto. Fascinado com esta história, Lima de Carvalho enviou a 50 presidentes de câmara uma sugestão: fazer entrar na toponímia local o nome da princesa. As cartas foram enviadas há apenas 15 dias, vai ter de esperar mais tempo. Mas já lhe chegaram às mãos quatro respostas positivas. As duas primeiras, de Guimarães e de Vila Franca de Xira. Além disso, Lima de Carvalho gostaria de ver a imagem da princesa num selo.
In Diário de Notícias Online de 14 de Junho de 2009

Prefiro Ficar com Cristo

"Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade".
Fiodor Dostoievski (1821-1881)*
*Escritor russo, considerado um dos maiores romancistas da literatura russa e um dos mais inovadores artistas de todos os tempos.

Acerca do Perdão

Embora haja em Deus a disposição em perdoar o ser humano por seus deslizes, há uma condição essencial que deve ser preenchida pelo ofensor: o arrependimento. Antes da Cruz, cabia ao pecador penitente oferecer a Deus um sacrifício para cobrir a sua culpa diante de Deus. Tais sacrifícios eram necessários para que o pecador reconhecesse a gravidade do seu pecado. Eles, porém, não tinham poder de remover o pecado, apenas cobri-lo. Já o sacrifício de Jesus foi poderoso o suficiente para remover nossos pecados de uma vez por todas, oferecendo a Deus uma base perfeita para que pudéssemos ser inteiramente perdoados. Portanto, a base sobre a qual somos perdoados é o sacrifício de Jesus, e não algum tipo de penitência que possamos fazer para compensar o nosso erro. A única coisa que se exige do pecador é que ele se arrependa do seu erro. Da mesma forma, Deus estabeleceu o arrependimento como uma condição para que o ofensor seja perdoado por aquele que foi ofendido. Jesus disse: “Olhai por vós mesmos. Se teu irmão pecar contra ti, repreende-o e, se ele se arrepender, perdoa-lhe. Se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes no dia vier ter contigo, e disser: Arrependo-me; perdoa-lhe.” (Lc 17.3-4) Caso o ofensor não se arrependesse, e não pedisse perdão, a parte ofendida não estaria obrigada a perdoá-lo. Não importaria quantas vezes a ofensa fosse praticada, contanto que o ofensor se arrependesse de coração. Assim como deve haver em nós a disposição de perdoar, devemos nos dispor a pedir perdão quando ofendemos alguém. Se magoarmos alguém conscientemente, e não formos capazes de nos arrependermos, e pedirmos o seu perdão, nossa comunhão com Deus estará comprometida, e não teremos paz em nosso coração. Por isso Paulo insiste: “Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens” (Rm 12.18). E a paz tem um preço: o perdão mútuo. Temos que estar dispostos a sacrificar o nosso orgulho e perdoar, como também pedir perdão quando necessário. Tudo isso em nome da paz! Mesmo que o nosso ofensor não se arrependa, embora não sejamos obrigados a perdoá-lo, melhor é que o perdoemos. Quando guardamos mágoa contra alguém, quem mais sofre com isso somos nós mesmos.Às vezes encontramos pessoas que acham que podem sair por aí ofendendo uns e outros, sem se preocupar em ter que pedir perdão a ninguém. Estes acham que basta confessar a Deus, e serão perdoados. A verdade é que devemos confessar os nossos pecados àqueles que foram ofendidos. Se pecamos contra Deus somente, é a Ele que devemos confessar, e a ninguém mais. Porém, se o nosso pecado atingiu a mais alguém, não adianta confessar só a Deus. Temos que confessar nosso erro à pessoa a quem ofendemos. Por isso Tiago nos aconselha: “Confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados” (Tg 5.16). Quando confessamos somente a Deus um pecado que atingiu a mais alguém, somos perdoados por Deus, porém, não somos curados daquela ferida. Esta ferida aberta é que compromete a nossa comunhão com Deus e com os irmãos. Mas quando confessamos nossos pecados a Deus, e àqueles que ofendemos, somos curados, e nossa comunhão é restabelecida. Todo mundo sai perdendo com a falta de perdão. Tanto o que não foi perdoado, quanto o que reteve o perdão. Há aqueles que dizem que não são obrigados a perdoar a ninguém, pois só Deus teria poder de perdoar pecados. Trata-se de uma evasiva muito usada hoje em dia. Porém não devemos nos esquecer que Esse Deus vive em nós através do Seu Espírito Santo, capacitando-nos a perdoar como Ele. Ao despedir-Se dos Seus discípulos, João diz que Jesus assoprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles aos quais perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; aqueles aos quais não perdoardes, ser-lhe-ão retidos.”(Jo 20.22-23) Diante disto, não podemos nos desculpar dizendo que somente Deus pode perdoar. Temos a obrigação de ser veículos deste perdão. Afinal, não recebemos o Espírito Santo só para sentirmos sensações maravilhosas e falarmos em línguas! Recebemos o Espírito para capacitar-nos a fazer o que de nós mesmos jamais poderíamos fazer. Temos tanto o poder para perdoar, quanto para reter o perdão. Quando o retemos, estamos dentro do nosso direito de fazê-lo, entretanto, criamos uma ferida no Corpo de Cristo. Não podemos pôr em risco a comunhão que temos com Deus e com os irmãos por causa de uma mágoa. Se nos é custoso perdoar a alguém nos magoou, muito mais custoso foi para Deus perdoar todas as nossas falhas. O perdão de todos os nossos pecados custou a vida do Seu Filho Amado. Portanto, não usemos do direito de reter o perdão, mas disponhamo-nos a perdoar, mesmo àqueles que não forem humildes o bastante para confessarem e se arrependerem do mal que cometeram.
Hermes Fernandes

domingo, 14 de junho de 2009

Sandi Patty Let There Be Praise

Terra: A Nossa Casa

“Nos últimos cinquenta anos a Terra tem sido mais radicalmente alterada do que em todas as gerações anteriores da humanidade.”
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Este é o trailer de Home, um filme sobre a Terra disponivel em alta resolução e na íntegra no youtube.Para assistir o filme inteiro em espanhol, clique aqui.Para assistir o filme inteiro em inglês, clique aqui.Para ver legendas em português clique no triângulo na extremidade direita da barra de reprodução do youtube, depois em “CC”. Nas opções clique “Translate (BETA)”, e finalmente escolha a tradução.
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Importante e a não perder, por nada.
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Michael W. Smith "A New Hallelujah"

sábado, 13 de junho de 2009

Menos de Meio Copo por Dia...

Beber vinho tinto dá mais cinco anos de vida

Boas notícias para o sexo masculino: os homens que beberem vinho tinto – com moderação – podem prolongar a sua vida por uma média de cinco anos, ao mesmo tempo que reduzem os riscos de ataque cardíaco.
A conclusão é de um estudo da universidade de Wageningen, na Holanda, cujos resultados foram publicados no Journal of Epidemiology and Community. Os investigadores analisaram o estilo de vida e consumo de álcool de 1373 homens nascidos entre 1900 e 1920, cuja saúde foi seguida entre 1960 e 2000. Através dos dados recolhidos, descobriram que se o consumo diário não ultrapassar os 20 gramas de qualquer tipo de bebida alcoólica, os homens conseguem prolongar a sua vida em mais dois anos, relativamente aos que não consomem álcool. Outra descoberta importante foi que os indivíduos do sexo masculino que bebem apenas vinho, sobretudo tinto, e menos de meio copo por dia, vivem em média mais dois anos e meio dos que bebem cerveja e mais cinco anos do que os abstémios.