terça-feira, 30 de junho de 2009

Pedro Nunca Tinha Experimentado...

Em Mateus 14:22,36 lemos que o Senhor tinha dito aos Seus discípulos para irem para o outro lado do lago no seu barco. Naturalmente pensavam que, como o Senhor lhes tinha dito isso, tudo deveria correr às mil maravilhas! Mas foi precisamente o contrário! O Senhor mandou-os para o meio duma grande e medonha tempestade! O Senhor tinha-se enganado? Não temos nós tido a mesma experiência? Ouvimos tão claramente a voz do Senhor, obedecemos esperando que tudo seja bom, e encontrámo-nos no meio da maior confusão! Quantas dúvidas, quantas ideias, quantas horríveis tentações não nos encheram a mente e coração, e muitas vezes acabamos convencidos de que foi a voz do diabo que ouvimos e não a do Senhor!Os discípulos fizeram o que qualquer homem teria feito, tentaram sair dessa situação quanto antes. Mas, não podiam, pois fatigavam-se em remar e parece que não faziam progresso. O seu alvo era um, e o do Senhor era outro; eles queriam SAIR dessa tempestade, e o Senhor queria ensinar-lhes alguma coisa NELA.[...]
Ler Aqui, na Revista Refrigério a versão Integral do texto

Acampamentos de Verão, Anti-Deus, para crianças e jovens

Richard Dawkins, o biólogo darwinista que impulsionou a campanha dos autocarros ateus, decidiu acirrar ainda mais as suas acções contra Deus. Segundo publica o diário The Sunday Times, o cientista decidiu promover a criação de acampamentos de verão que têm como fim inculcar o pensamento racionalista e anti-religioso em crianças e adolescentes entre os 8 e os 17 anos [...].
Ler Aqui texto integral ( em Castelhano ) no jornal El Mundo de 29 de Junho de 2009.

Caçadores de Deus...

Quem não é achado pela graça... acaba caçando Deus! ... E então vinha o homem, ao entardecer, na viração do dia, remexendo entre arbustos e galhos de árvores maiores, quando de repente sua presa deu-se por vencida. “- Te peguei, Deus! ... que coisa feia... fugindo de mim?”Sei que todos nós sabemos que não foi assim, mas é a cena que vem a minha mente quando ouço falar no termo “caçador” de Deus. Um Deus acuado, sem ter pra onde correr senão para os braços daquele que lhe “acolherá”. Papéis invertidos? Lógico! Palavra deturpada? Sem dúvida alguma...O homem sempre esteve em busca de Deus, sempre “caçou” Deus... e todas as tentativas dessa perseguição do elemento divino terminaram inexoravelmente em RELIGIÃO. A religião é isso: o homem em busca de Deus, uma busca desesperada, pelos seus próprios esforços, sacrifícios, na tentativa de prender esse mesmo Deus ao seu sistema de ritos, doutrinas e convenções humanas.A religião é, portanto, inerente ao ser humano. O vazio existencial, o buraco negro da alma em busca de algo que o possa preencher, tudo isso clama pela religiosidade. E ela então chega, como se fosse a salvação para o homem. O homem então se entrega na sua busca de Deus, fazendo dele a caça, o alvo a ser alcançado, atingido... para depois de preso, estar sujeito aos seus caprichos e deleites.Ordens dadas a Deus, decretos em que Deus nada mais é do que um serviçal, orações que comandam o braço de Deus, palavras mágicas que “liberam” o poder de Deus, isso tudo fica bem na boca dos bruxos e magos da religião, tenham eles os títulos de bruxos, mestres, pastores, bispos ou apóstolos. Bruxaria sempre será bruxaria venha de onde vier, principalmente dos mandatários da religião. A bruxaria evangélica não é diferente. Parte da presunção de alguns em, com palavras mágicas (abracadabras evangélicos) manipularem o braço de Deus. Deus então, segundo essa “tiologia”, se vê obrigado a fazer o que os seus “profetas” ordenam.Deus está preso!Deus está enclausurado!Deus foi caçado!Deus está morto!Nietzsche parece ter razão. Deus está morto! Nós o matamos!Porém, há algo novo, sempre novo. Chama-se Evangelho. E evangelho é algo totalmente diferente de religião. Religião escraviza, evangelho é boa-nova de libertação... é boa!! E é nova!!! Sempre nova... sempre renovando!O evangelho acontece ao contrário, na contra-mão da religião. Na viração da tarde, na ausência de cor para a continuação do dia é Deus quem toma a iniciativa. “Adão... onde estás?”. Isso é evangelho, isso é graça!!O homem pecou... Adão pecou... eu pequei em Adão... mas Deus.... Mas Deus... mas... e esse “mas” faz toda a diferença. Esse “mas” é a diferença entre a religião e o evangelho da graça. Estávamos mortos em nossos delitos e pecados, MAS DEUS... e isso muda a história.A iniciativa da caça é dele! E não é uma caça para exterminar o objeto caçado. Somos alvo do AMOR de Deus. Essa caça é que nos traz vida! Somos caçados para a vida, e não para a morte. A salvação foi, é, e sempre será iniciativa de Deus. A cruz ressoa desde a eternidade... sobre a manjedoura de Belém já pairava a sombra de uma cruz, a cruz preparada desde a eternidade e sobre ela o cordeiro imolado por nós desde a fundação do mundo.Isso é graça! Eu não mereço... eu não busco, eu não caço Deus. Ele me ama... me busca... me encontra.... me abre os braços... eu só descanso nEle... e a obra é ELE quem faz e continua fazendo até o dia dEle mesmo.Fui seduzido... deixei-me seduzir!Fui preso na sua graça!Fui enclausurado em sua liberdade, não tenho como deixar de ser livre!Fui caçado na viração do dia... não sei o que é a noite sem Ele.Morri! Ele vive em mim!Deus está vivo!A Bíblia tem sempre razão! O meu redentor vive... e por fim se levantará sobre a Terra.Pra que religião se tenho o evangelho da graça?Com carinho e amor,Nele, a graça feita gente.
José Barbosa Junior

segunda-feira, 29 de junho de 2009

E se as Abelhas Desaparecessem...?

Portugal é dos países menos atingidos, mas de 2004 a 2007 morreram 3,5 mil milhões de abelhas no País. A varroose é a culpada. Os espanhóis já arranjaram solução: fabricar 'superabelhas'.

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As abelhas estão a desaparecer. Nos últimos anos, um pouco por todo o mundo, milhões de colmeias têm sido dizimadas. O cenário é apocalíptico para os insectos, mas também para a humanidade. Como disse Albert Einstein: "Quando as abelhas desaparecerem da face da Terra, o homem tem apenas quatro anos de vida." Mas porque estão as abelhas a desaparecer? "A causa é ainda desconhecida, o que os investigadores sabem é que há vários factores que podem ter causado esta situação", explica o professor universitário e especialista nesta matéria Miguel Vilas Boas. Apesar de as abelhas terem um inimigo sem rosto, há uma doença que os especialistas acreditaram ser responsável por várias mortes: a varroose. Considerada a "sida das abelhas", este vírus é provocado por um ácaro - a varroa - que "enfraquece as abelhas e torna-as susceptíveis a outras doenças".Só no ano passado em Espanha desapareceram nove mil milhões de abelhas. Para combater este voo para a extinção, uma equipa de universitários de Córdoba decidiu criar aquilo a que chamaram "superabelhas" (ver infografia). Neste processo as rainhas são inseminadas e as abelhas nascem fortificadas, resistentes a ácaros. [...]
Versão integral do texto, Ler Aqui
In Diário de Notícias de 28 de Junho de 2009

Cristianismo Puro e Simples

Durante a segunda guerra mundial, a BBC convidou C. S. Lewis para fazer uma série de palestras pelo rádio. Foram programas que, ao final, deram um sentido novo a à vida de milhares de adultosde todas as classes e profissões. O livro Cristianismo puro e simples, que colige essas prelações legendárias, veio a ser considerado a mais popular e acessível de todas as obras de Lewis, lembrando-nos daquilo que é mais importante na vida e apontado-nos o caminho da alegria e do contentamento. Esta edição de quinquagésimo aniversário nos recorda de uma ocasião em que C. S. Lewis foi capaz de dar conforto e consolação a milhões de pessoas num tempo de guerra e de incertezas; mas suas palavras são tão pertinentes agora quanto em qualquer outra época..(Martins Fontes).

O Perigo da Viagem...

O perigo da viagem mora nas malas. Elas podem nos impedir de apreciar a beleza que nos espera. Experimento na carne a verdade das palavras, mas não aprendo. Minhas malas são sempre superiores às minhas necessidades. É por isso que minhas partidas e chegadas são mais penosas do que deveriam.Ando pensando sobre as malas que levamos...Elas são expressões dos nossos medos. Elas representam nossas inseguranças. Olho para o viajante com suas imensas bagagens e fico curioso para saber o que há dentro das estruturas etiquetadas. Tudo o que ele leva está directamente ligado ao medo de necessitar. Roupas diversas; de frio, de calor – o clima pode mudar a qualquer momento! – remédios, segredos, livros, chinelos, guarda chuva – e se chover? –, cremes, sabonetes, ferro elétrico – isso mesmo! – Microondas? – Comunique-me, por favor, se alguém já ousou levar.O fato é que elas representam nossas inseguranças. Digo por mim. Sempre que saio de casa levo comigo a pretensão de deslocar o meu mundo. Tenho medo do que vou enfrentar. Quero fazer caber no pequeno espaço a totalidade dos meus significados. As justificativas são racionais. Correspondem às regras do bom senso, preocupações naturais para quem não gosta de viver privações. Nós nos justificamos. Posso precisar disso, posso precisar daquilo...Olho ao meu redor e descubro que as coisas que quero levar não podem ser levadas. Excedem aos tamanhos permitidos. Já imaginou chegar ao aeroporto carregando o colchão para ser despachado? As perguntas são muitas... E se eu tiver vontade de ouvir aquela música? E o filme que costumo ver de vez em quando, como se fosse a primeira vez? Desisto. Jogo o que posso no espaço delimitado para minha partida e vou. Vez em quando me recordo de alguma coisa esquecida, ou então, inevitavelmente concluo que mais da metade do que levei não me serviu pra nada.É nessa hora que descubro que partir é experiência inevitável de sofrer ausências. E nisso mora o encanto da viagem. Viajar é descobrir o mundo que não temos. É o tempo de sofrer a ausência que nos ajuda a mensurar o valor do mundo que nos pertence.E então descobrimos o motivo que levou o poeta cantar: “Bom é partir. Bom mesmo é poder voltar!” Ele tinha razão. A partida nos abre os olhos para o que deixamos. A distância nos permite mensurar os espaços deixados. Por isso, partidas e chegadas são instrumentos que nos indicam quem somos, o que amamos e o que é essencial para que a gente continue sendo. Ao ver o mundo que não é meu eu me reencontro com desejo de amar ainda mais o meu território. É conseqüência natural que faz o coração querer voltar ao ponto inicial, ao lugar onde tudo começou.É como se a voz identificasse a raiz do grito, o elemento primeiro. Vida e viagens seguem as mesmas regras. Os excessos nos pesam e nos retiram a vontade de viver. Por isso é tão necessário partir. Sair na direção das realidades que nos ausentam. Lugares e pessoas que não pertencem ao contexto de nossas lamúrias.... Hospitais, asilos, internatos... Ver o sofrimento de perto, tocar na ferida que não dói na nossa carne, mas que de alguma maneira pode nos humanizar.Andar na direção do outro é também fazer uma viagem. Mas não leve muita coisa. Não tenha medo das ausências que sentirá. Ao adentrar o território alheio, quem sabe assim os seus olhos se abram para enxergar de um jeito novo o território que é seu. Não leve os seus pesos. Eles não lhe permitirão encontrar o outro. Viaje leve, leve, bem leve. Mas se leve.

Fábio de Melo

O Que Nos Espera ?

Mesmo os mais distraídos colocar-se-ão, nas situações-limite, as velhas perguntas: donde vimos?, para onde vamos?, quem somos? Porque a realidade nos aparece por vezes exultante e, outras, horrorosa, e morreremos, perguntamos: o que é verdadeiramente?, qual o sentido da existência?, que andamos cá a fazer?, que nos espera? Cada um de nós vivencia-se a si mesmo como presença de si a si mesmo: sou eu e não outro. Coincidimos, portanto, connosco mesmos. Mas, por outro lado, experienciamo-nos como não plena e totalmente idênticos. Somos nós mesmos e chamados a sermos nós mesmos, pois estamos ainda a caminho de nos tornarmos nós mesmos. Precisamente deste paradoxo de sermos e ainda não sermos adequada e plenamente surge a nossa inquietação radical e a pergunta que nos constitui: afinal, o que somos?, quem somos? Eu sou eu, mas ainda não sou o que serei. Cá está, portanto, a pergunta ineliminável: então, o que sou e quem sou? E que devo fazer para ser finalmente eu? É assim que a pergunta pelo sentido não é uma questão adjacente, que pode colocar-se ou não. Ela é constitutiva do ser humano enquanto tal, questão fundamental da Filosofia, como viu A. Camus. Sentido tem a ver com caminho, viagem e direcção - nas estradas, por exemplo, encontramos placas em seta a indicar o caminho e a direcção para alcançar uma meta, um objectivo, um destino. Qual é então o caminho e o sentido da existência humana? O que move a minha vida? O Homem vem ao mundo por fazer e quer queira quer não tem essa tarefa constitutiva: fazer-se a si mesmo. E tanto podemos fazer de nós uma obra de arte como fracassar. Einstein constatou que quem sente a vida vazia de sentido não é feliz e sobrevive mal. O Homem não pode viver sem sentido. Aliás, a existência humana está baseada na convicção do sentido. A sua própria negação ainda o afirma. No limite, não é possível o "suicídio lógico", pois quem pegasse numa arma para suicidar-se, porque tudo é absurdo, negaria o absurdo e afirmaria o sentido. O famoso psiquiatra Viktor Frankl, fundador da logoterapia, mostrou, a partir dos estudos que realizou com base na sua terrível experiência nos campos de concentração nazis, que a exigência mais radical do ser humano é o sentido, razões para viver. Contra Freud e Adler, no mais fundo de nós, mais do que a exigência de prazer e de poder está a vontade de sentido. Nos campos de concentração, verificou que sobreviviam mais aqueles que ainda tinham um sentido para a existência: reencontrar a família, realizar uma obra, lutar para que nunca mais acontecesse o intolerável. O que significa que o sentido não está em nós, mas fora. Se estivesse em nós, não se colocaria a questão, pois estaria sempre presente. O sentido está no encontro com o mundo e com os outros: é saindo de si que o Homem vem a si. Dá um exemplo: quando se começa a ver pequenas manchas à frente do olho, é bom ir ao médico, pois está doente: o olho é intencional, isto é, não foi feito para se ver a si mesmo, mas o que não é ele. Paradoxalmente, só saindo de si é que o Homem encontra sentido. É o amor que dá sentido. Por isso, sente a vida como tendo sentido quem vê a sua existência reconhecida. A nossa vida não tem sentido, quando não vale para ninguém. A existência caminha de sentido em sentido - o que vamos realizando. Mas, um dia, somos confrontados com a pergunta: qual é o sentido de todos os sentidos? Este é o núcleo da questão religiosa: o quê ou quem dá sentido último à existência, para que não fique na situação da ponte que não encontra o outro lado, a outra margem? Porque, sem o Sentido último, os caminhos de sentido não vão dar a lado nenhum. "Conhecer Deus" era a maior esperança para João Bénard da Costa, que, por isso, podia dizer: "Acredito que esta vida não pode acabar aqui: nada faria sentido, para mim, se assim fosse".
Anselmo Borges
In Diário de Notícias de 27 de Junho de 2009

domingo, 28 de junho de 2009

Roma, Castelo de S.Angelo

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Sulcando o Cosmos

Faz 400 anos que Galileu revolucionou a visão e exploração do Universo com o seu Telescópio.
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Siga Aqui a experiência de Galileu Galilei e a sua revolução no conhecimento do Cosmos através de um excelente trabalho do jornal El Mundo

"Arrebatados" - Bruna Olly

CAVERNAS

Vez por outra preciso achar alguma caverna onde possa me esconder. Não, nesses momentos não quero fugir de Deus, que seria inútil. Também não procuro isolar-me dos outros, que seria tontice. Necessito de silêncio, de calma, de espaço para a alma. Assim, mapeei os lugares onde sei que posso me recolher – vivo em uma cidade entupida de gente.
Catedrais católicas, nos intervalos das missas. O ambiente é amplo, as velas bruxuleantes lembram a brevidade da existência e nunca ninguém interrompe a meditação. Nessas igrejas, as pessoas andam com cautela. Existe reverência diante do sagrado. Livrarias e sebos, nas segundas-feiras. Quanto mais entulhadas de livros, melhor. As prateleiras absorvem sons, e é possível ficar “perdido” por horas sem ser reconhecido. Nada melhor do que ler orelhas, contracapas, prefácios, para depois voltar para casa refeito; com o coração acelerado para devorar o que se petiscou. Parques com trilhas, cedo de manhã. Em dias frios, quando poucas pessoas se aventuram a sair da cama, é delicioso sentir o sol se agigantando no horizonte. Para os que correm, regenera perceber a camisa encharcando de suor. Bom mesmo é subir e descer por trilhas estreitas e perigosas para que a mente não se concentre em outras coisas; não cair vira prioridade e isso é saudável. Cemitérios antigos, entre cinco e seis horas da tarde. Ao contrário do que se pensa, não é fúnebre andar por suas alamedas. Os cemitérios são preciosos para entrar em contato com a dor humana. Ler os epitáfios e constatar a saudade centenária de quem já chorou a partida dos amados, humaniza. Faz bem ao coração reconhecer que devemos cuidar dos que amamos enquanto vivem. Logo, logo, nos despediremos deles – ou eles, de nós. Confeitarias com aroma de café, em qualquer hora do dia. As mesas pequenas no fundo das confeitarias são excelentes para se pedir um café – pode vir acompanhado de pão com manteiga em dias nublados – e ler um livro despretensioso por no máximo uma hora. Livros despretensiosos são os contos, as novelas, os romances, com menos de 200 páginas. Desfrutar do livro com pequenos goles de café e deixar o pensamento voar até as pessoas mais queridas.

Soli Deo Gloria.

sábado, 27 de junho de 2009

Os Países Mais Católicos do Mundo

Em números relativos, os cinco países mais católicos são Brasil (157,8 milhões), México (96,3 milhões), Filipinas (70,5 milhões), Estados Unidos (67,5 milhões) e Itália (56,4 milhões). Em porcentagem, a ordem é outra: Polônia (96,1%), Itália (95,9%), Espanha (94,2%), Argentina (92,3%) e México (91,9%). O Brasil fica em nono lugar (com 84,5%), logo depois da Colômbia, do Peru e do Equador. O maior número de sacerdotes católicos está na Itália (50.854), nos Estados Unidos (44.728), na Polônia (28.976), na Espanha (25.705) e na Índia (23.408).(Fonte: “International Bulletin of Missionary Research”, janeiro de 2009).

Precisam-se pastores de Carácter Limpo.

O carácter de um pastor define o seu ministério. Isso significa que um pastor cujo carácter é íntegro produzirá um ministério limpo, cheio de graça e de verdade, um ministério sem nebulosidades. Contudo, um pastor sem carácter, invariavelmente, produzirá um ministério fajuto, de mentirinha, caracterizado pela arrogância, vaidade, roubos (não só financeiros, mas de tempo e de vidas), adultérios e neuroses pessoais pretensamente anunciadas como revelações de Deus.Não adianta um ministério aclamado pelos homens, mas reprovado por Deus. No final, o que conta mesmo é minha vida diante de Deus. Quando se trata de liderança pastoral há um trecho da palavra de Deus que muito me chama a atenção. É o texto de Mateus 7:21-23, que diz: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade.”O curioso nesse texto é que todas as realizações alegadas pelos que estão sendo reprovados no juízo final são funções associadas à liderança pastoral: profecias, expulsão de demónios, realização de milagres. Só líderes no reino de Deus realizam tais tarefas. O Senhor, entretanto, os reprova, pois o coração desses líderes não era limpo, seu testemunho era condenável, suas motivações mais íntimas eram mesquinhas e egoístas. Na verdade, esses líderes tomavam o nome de Deus em vão todas as vezes que realizavam milagres, profetizavam ou expeliam demónios, pois no dia-a-dia “praticavam a iniquidade”, promoviam-se a si mesmos. Jesus, no sermão do Monte, entre outras bem-aventuranças, declarou que são “bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt. 5:8). Deus se importa muito com um coração limpo. Por essa razão, Jesus inclui os limpos de coração em suas bem-aventuranças. O pastor precisa ter coração limpo se deseja servir a Deus com integridade e um testemunho pessoal aprovado. Davi escreve “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Por isso, o líder da igreja, deve conservar o “mistério da fé com a consciência limpa” (I Tm. 3:9). Manter um bom testemunho por ter um coração limpo não necessariamente fará do pastor um sucesso entre os homens. Pelo menos enquanto este pastor estiver vivo. Depois de morto é outra história. Não obstante, é o bom testemunho que fará desse líder um vitorioso diante do Seu Senhor, pois Deus sabe que o bom testemunho agrega as ovelhas, enobrece o reino de Deus, honra o nome do Senhor, não escandaliza os mais fracos na fé. Portanto, cabe a cada líder pastoral avaliar diariamente como está o seu coração. Esse exercício devocional é imprescindível para ser bem sucedido no ministério da Palavra, pois somente os limpos de coração verão a Deus e, assim, serão considerados bem-aventurados.
Samuel Costa da Silva

Tubarões em Risco de extinção

Pesca intensa põe tubarões em perigo sério de extinção
A 'lista vermelha' da União Internacional para a Conservação da Natureza analisou os estados de preservação de 64 tipos de tubarões e raias oceânicos e percebeu que 30% destes animais estão em risco de extinção, enquanto 24% caminham para essa situação. A caça de que são alvo, muitas vezes apenas para retirar as barbatanas, é o grande problema.[...]
Ler versão integral do texto Aqui In Diário de Notícias de 26 de Junho de 2009
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Provavelmente todos temos responsabilidades nesta situação. Foram muitos anos a "diabolizar" o tubarão, ou a atribuir-lhe características místicas de mais do que duvidosa verdade, esquecendo que, afinal, ele é parte integrante de um vasto eco-sistema onde a existência normal de cada um dos seres é essencial para todos os restantes !
Predadores somos nós, seres humanos. Não matamos apenas por sobrevivência, mas porque sim...
Jacinto Lourenço

A Fama não cria deuses...

A fama é o pecado de se tornar importante para alguém que você não conhece e que não conhece você. Diz-se da pornografia que ela é degradante para os homens e mulheres que se despem e se rebaixam ao sexo explícito em benefício do espectador. Porém o segredo da pornografia, a verdadeira chave de sua atração e de sua consagração, está em que ela é tão degradante para o espectador quanto para o envolvido na sua produção. Nada há de inerentemente humilhante ou atraente no sexo, mas a pornografia oferece um pacto mútuo de desumanização, e nisso reside o seu apelo. A fama e a pornografia são indistinguíveis nisso, no que fornecem um mesmo acordo de desumanização entre produtor e consumidor, entre artista e espectador, entre famosos e fãs. Absolutamente ninguém encarnou melhor essa potência do que Michael Jackson, o homem mais irresistível do mundo, o rapaz bonito que se desfigurou publicamente porque, muito evidentemente, nós o desfiguramos. Agora que a Fera está morta podemos reconhecer, como numa reviravolta muito rasa de Shyamalan, que os desfigurados somos nós, porque adoramos um homem que não conhecíamos e o destruímos no processo. A fama não cria deuses, só cria bodes expiatórios.