terça-feira, 13 de outubro de 2009

O Que é o Céu ?

...Hoje em dia, graças à essas teologiazinhas de botequim (de tasca, em Portugal!), do hedonismo travestido de religião cujo deus somos nós mesmos e os nossos desejos, os crentes já não falam mais do céu, da morte como passagem e promoção e até, pasmem, não faltam entre nós que têm verdadeiro pavor de morrer. Podem ver. Fogem da conversa, da ideia e de sequer mencionarem essa palavra abominável, esquecendo-se que bebemos dos seus efeitos desde o dia do nosso nascimento. Meu...(eles devem pensar!), lá do outro lado não tem sexo [...] MTV, playstation, cerveja, nem piada... [...]
Rubinho Pirola
Ler versão integral do texto AQUI no Genizah

Jumento Obediente...

Um assembleiano do interior de Minas Gerais, tinha um jumentinho muito veloz, por ele criado desde o nascimento..... Em tempos de crise, resolveu vender o coitado do jumentinho para um batista.-Óia, ermão, é esse o jumentinho Artílio que io vô vendê procê. Mas Prestaatenção, cê tem qui dizê Graças à Deus prele andá e Aleluia pra mor dele pará.O irmão batista, satisfeito com sua nova aquisição, se apressou em decorar os comandos do jumentinho Artílio. No domingo após a compra do Artílio (o jumentinho), o irmão batista planejou chegar na igreja de jumentinho novo...-Er... o que eu falo mesmo?... Ah! sim!E estufando o peito bradou: -Graças à Deus!Artílio, o jumentinho, não obstante começou veloz cavalgada, e cada vez mais rápido, deixou o irmão batista um pouco preocupado, tanto que reparou a ribanceira à frente já bem perto dela.... Desesperado, tentava se lembrar da palavra que deveria fazer o jumentinho parar..-Misericórdia! Não, não... Glória à Deus! Também não...(no desespero tentou até arriscar umas línguas estranhas...) ... quando à beira da ribanceira se ouviu : ALELUIA!!!!!De imediato Artílio parou! O irmão batista recuperando-se do susto e secando o suor do rosto, olhou pros céus e agradeceu: Graças à Deus! Artílio prosseguiu ribanceira abaixo...

O Que é Ter Fé ?

Alteraram o significado de fé, agoram chamam de "tomar posse". Junto com a nova roupagem semântica o conceito de fé também vem sendo alterado. Se na Bíblia fé é a certeza das coisas que não se vêm, hoje fé não passa da certeza das coisas que nós supomos que acontecerão. Enquanto a fé bíblica fala sobre confiança em Deus, o "tomar posse" exalta o egoísmo e põe a confiança na intensidade da petição. Enquanto os heróis da fé não pensam em nada mais além da vontade divina, os heróis da "promessa de Deus" olham para si mesmos e suas necessidades. Ter fé não é crer apesar das dúvidas, é questionar sinceramente apesar de crer.
Fonte: Rapensando

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Lisboa de Outros Tempos - 12

(Clique na imagem para AUMENTAR)
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Lisboa, Chafariz do Largo do Rato
( Não datada )

" No Islamismo Radical a Parada é Dura! "

( Sentença de morte a dois jovens gays no Irão )
É assim que o Irão está a combater o homosexualismo.
O Irão e os seus dirigentes acham que o homosexualismo irá desaparecer apenas porque decidem acabar com a vida de duas ou mais pessoas. São regimes políticos assim, e acções destas, pavorosas, que nos continuam a garantir a certeza de que só Deus pode mudar vidas e corações !!
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O Sequestro da Igreja...

... A mensagem cristã não pode simplesmente ser mudada para se conformar com as vicissitudes das opiniões do mundo. A verdade bíblica é fixa e constante, não sujeita a mudanças ou adaptações. Por outro lado, a opinião do mundo está em fluxo constante. As tendências e as filosofias que dominam o mundo mudam radicalmente, com regularidade, de geração em geração. A única coisa que permanece constante é o ódio do mundo para com Cristo e o seu evangelho [...]
LER AQUI texto integral na Editora Fiel

Nu e Cru !!

As Escrituras descrevem a raça humana como radicalmente pecaminosa - ou, para usar um termo não teológico, nós somos porcos.
Douglas Wilson

A vida é uma Questão de Fé

Dâmocles invejava Dionísio, governador de Siracusa, a cidade mais rica da Sicília do século 4. Acreditava que Dionísio era um bem-aventurado, que possuía tudo quanto um homem pode desejar. Até que foi convidado por Dioníso para trocar de lugar com ele por um dia. No banquete noturno, Dâmocles percebeu que havia sobre sua cabeça uma espada que pendia do teto, sustentada apenas por um fio da crina de um cavalo. Imediatamente perdeu todo o interesse naquele lugar de honra. Devolveu o trono ao seu legítimo dono e nunca mais invejou sua posição.O mito da espada de Dâmocles é geralmente usado para demonstrar a condição vulnerável dos que ocupam o poder. Mas pode também ser usado para demonstrar a morte que a todos espreita. Fala da efemeridade da condição humana. A espada de Dâmocles representa a insegurança e a vulnerabilidade, e aponta para a angústia que carregamos no peito em virtude da consciência de finitude.A miserabilidade do ser humano está no fato de que não somente é finito, como todas as demais criaturas, mas também, e principalmente, consciente da inexorabilidade de seu fim. Paradoxalmente, entretanto, essa angústia diante da morte é também a salvação do humano. Tire a imortalidade do homem e ele cai de quatro, dizia Nelson Rodrigues.A consciência da finitude nos angustia justamente porque somos habitados por um senso de eternidade. Esse paradoxo é descrito de maneira magnífica por Álvaro de Campos, pseudônimo de Fernando Pessoa, em seu poema Tabacaria: “Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.”A palavra “espiritualidade” expressa esse encontro entre o finito e o infinito nas profundezas do ser humano. A espiritualidade é a experiência da busca e/ou encontro do sentido último da existência e, de certa maneira, o encontro com a realidade sagrada ou divina. A espiritualidade implica o anseio de transcendência. O teólogo existencialista Paul Tillich sustenta que “Deus é a resposta à pergunta implícita na finitude do homem”. Confrontado com a sua limitação, a inevitabilidade seu fim, a marcha lenta em direção à morte, o ser humano começa a se perguntar pela eternidade, pelo sagrado, pelo transcendente, pelo que está além das contingências da vida e das circunstâncias que causam dor e sofrimento. Debilitado pela fraqueza do corpo, assolado pelo sofrimento e pela dor, ameaçado pelas tragédias e catástrofes, esmagado sob o peso da sombra da morte, o ser humano começa a buscar a Deus. Nessa busca motivada pela angústia o ser humano se descobre e se percebe um ser espiritual.A angústia da morte é o casulo que o ser humano rompe para desabrochar para a vida. Ao tomar consciência de sua limitação, finitude e morte, o ser humano se abre para Deus, e no encontro com Deus está a vida. A morte é certa. E a vida é questão de fé.

domingo, 11 de outubro de 2009

A Música na Litúrgia do Culto Cristão

...Na primeira parte do texto (recentemente publicada) procurei falar da prática litúrgica em geral. Concentrar-me-ei agora, em particular, na música do culto a Deus, com a experiência de longos anos de ser pastor de uma igreja, e de muitos mais como músico. A música na igreja evoluiu do solene para o banal, do majestoso para o ligeiro, do fundamental para o superficial.Confesso. Tenho saudades de alguma solenidade na música cristã, embora defenda que a igreja deve estar aberta a quase todas as formas de expressão musical, géneros e gostos, uma vez que o povo é heterogéneo. Tudo tem que ver com o momento, a forma e a circunstância.A meu ver usa-se a abusa-se do estilo praise, com o se fosse hoje o único possível ou aceitável, e com isso se empobrece o ambiente musical da celebração comunitária. [...]
Continuar a LER AQUI no A Ovelha Perdida

Lisboa de Outros Tempos - 11

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Lisboa, Parque Eduardo VII em Construção com Pavilhão dos Desportos ao Fundo - 1938

Neurociências e Liberdade

...Tudo o que é essencial, quando pensamos na humanidade, "vinculamo-lo ao pensamento da subjectividade e não à nossa representação do cérebro. São sempre pessoas, sujeitos, que consideramos como criadores de literatura, cultura ou religião". Afinal, "temos cérebros e somos eus". Daí poder formular-se o imperativo categórico de Kant nestes termos: "Nunca trates os seres humanos como coisas, mas sempre como sujeitos e pessoas." Se o mundo consistisse só em objectos, não haveria ninguém a quem dirigir o preceito: "Porta-te decentemente com os outros sujeitos." [...]
Prof. Anselmo Borges
Ler texto integral AQUI no Diário de Notícias de 10 de Outubro de 2009

sábado, 10 de outubro de 2009

Lisboa de Outros Tempos - 10

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Lisboa, inauguração da Estátua ao Marquês de Pombal - 1934

Uma em cada Quatro Pessoas é Muçulmana

Uma em cada quatro pessoas em todo mundo é muçulmana, de acordo com um dos mais completos estudos feitos até hoje sobre o assunto. A pesquisa feita pela organização Pew Forum on Religion and Public Life, com sede em Washington, levou três anos para ficar pronta e analisa dados de 232 países e territórios. O estudo concluiu que apenas 20% dos muçulmanos vivem no Médio Oriente e no norte da África, regiões tradicionalmente mais associadas com a religião. Os números pesquisados indicam também que há mais muçulmanos na Alemanha do que no Líbano e menos na Jordânia e na Líbia somadas do que na Rússia.
Estudos futuros:
Cerca de 60% dos estimados 1,57 bilhão de muçulmanos do mundo vive na Ásia. Os países com o maior número dos seguidores da religião são Indonésia (202,9 milhões), Paquistão (174 milhões), Índia (161 milhões), Bangladesh (145,3 milhões), Nigéria (78 milhões) e Egito (75,5 milhões). O estudo indica que mais de 300 milhões de muçulmanos vivem em países onde o islamismo não é a religião mais seguida. Entre 87% e 90% são da vertente sunita e entre 10% e 13% da corrente xiita. As maiores populações de xiitas vivem no Irã, Paquistão, Índia e Iraque. No continente americano, o país com o maior número de seguidores da religião é os Estados Unidos, com pouco menos de 2,5 milhões de pessoas. O Brasil é o terceiro país no continente, com cerca de 191 mil muçulmanos, bem menos do que os 784 mil da Argentina. A Pew Forum diz acreditar que o estudo pode fornecer bases para futuras pesquisas sobre o crescimento de populações muçulmanas.
Fonte: BBC

A Litúrgia no Culto Cristão

...O vocábulo grego “liturgia” significa serviço ou trabalho público. Por extensão de sentido passou a significar também, no mundo grego, o ofício religioso, na medida em que a religião no mundo antigo tinha um carácter eminentemente público. O problema da liturgia (o rito, a ordem do culto) é transdisciplinar. Tem conexões com a cultura, com a sociedade, com a arte, com a História, e com a espiritualidade. Move-se, portanto, na esfera do humano e do divino. Devemos começar por esclarecer que não há uma liturgia bíblica fechada no culto cristão. Apenas estão registados elementos do culto que era praticado na Igreja do primeiro século. Ou seja, sabemos que os serviços religiosos dos cristãos primitivos incluíam cânticos, oração, ensino da Palavra, “o partir do pão”, e a contribuição financeira (Mateus 26:25; Actos 2:42; II Coríntios 8 e 9; Efésios 5:19; Colossenses 3:16). [...]
Continuar a LER AQUI no A Ovelha Perdida

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Lisboa de Outros Tempos - 9

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Lisboa, Ribeira. Varina Descarrega Peixe de Fragata no Rio Tejo
( Não datada )