segunda-feira, 23 de novembro de 2009
De Volta para Casa
1995 : o Boom dos Planetas Extra-Solares
A Sobrevivência da Civilização
"... A mais perigosa ilusão da nossa civilização consiste em o Homem pretender libertar-se totalmente da tradição e de todo o sentido preexistente, para abrir a perspectiva de uma autocriação divina. Esta "confiança utópica" e esta "quimera moderna" de inventar-se a si mesmo numa perfeição ilimitada "poderiam ser o mais impressionante instrumento do suicídio criado pela cultura humana". É que, "quando a cultura perde o sentido do sagrado, perde todo o sentido".A religião não deve entrar no lugar que pertence à ciência e à técnica. Ela surge de outra dimensão, que "nos capacita para conviver com o fracasso, o sofrimento e a morte". Ela é o caminho que nos leva a "aceitar a derrota inexorável". Para a Humanidade, não há a última vitória, já que, "no fim, morremos".[...]
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Prof. Anselmo Borges
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Ler AQUI no Diário de Notícias de 21 de Novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Celebrar as Diferenças
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Amar o Mundo...
Planet Earth Lisbon 2009
Lisboa foi escolhida para receber o evento de encerramento do Ano Internacional do Planeta Terra devido ao sucesso da participação portuguesa. São esperados representantes de vários países e milhares de participantes que vão conhecer formas de proteger os recursos naturais. [...]
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Aquecimento Global Continua Imparável
Código da Vinci : Pior Livro do Ano para o "The Times"
Foi o grande 'best-seller' dos últimos anos, mas o suplemento de literatura do 'The Times' não fez concessões aos sucessos de vendas: 'O Código da Vinci', de Dan Brown, foi considerado o pior livro da década. O melhor é 'A Estrada', de Cormac McCarthy.
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Em todo o mundo, 'O Código da Vinci' vendeu mais de 70 milhões de exemplares e catapultou para a ribalta o seu autor, o americano Dan Brown, cujos 'thrillers' se debruçam sobre temas que têm tanto de polémico como de esotérico. Há quem o considere brilhante, para outros não passa de um escritor banal. Para os críticos do The Times, 'O Código da Vinci', publicado em 2003, tropeça logo na introdução, que se assemelha a uma notícia de tablóide. [...]
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Continuar a ler AQUI no jornal Diário de Notícias de 19 de Novembro de 2009
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O Futuro está no Passado
Vivemos uma encruzilhada de perplexidade e de pasmo nesse momento da história do Ocidente, ou de nosso ocidentalizado planeta. Chegamos mais uma vez, dessa vez de modo mais intenso que nas demais, ao momento de seguir em frente e decidir por uma direção. Isso não é novo na história humana, muitas vezes já estivemos aí. 19 de Novembro - Dia Internacional da Filosofia
O Dante da Poesia Bíblica
Há uma observância das normas da poética no livro bíblico do profeta Isaías. Com efeito, existem provas incontáveis de como a melhor poesia pode prescindir do metro. No estudo de uma poética ocidental, não foi por mera referência editorial que se escreveu sobre a grande poesia que pode dispensar a metrificação, e que tal se estende até ao livro bíblico de Isaías. Uma referência do nosso tempo, o crítico literário Harold Bloom já havia escrito, que, face à realidade social em que se vive, o homem actual é exortado a encontrar “em Platão ou em Isaías a origem da nossa moralidade.” (O Canone Ocidental, pág.39) O estilo deste profeta integra uma unidade que a crítica não pôde desintegrar, embora desde o século XVIII o tentasse fazer. Como é do domínio dos estudiosos, essa crítica colocava em questão a identidade do autor, sugerindo a hipótese de várias identidades autorais do Livro bíblico profético. O prof. Adriano Moreira afirmou, a este propósito, que, contrariamente às hesitações da tal crítica, o Livro de Isaías mantém a continuidade da voz e da mensagem, da voz de Isaías e da sua Profecia, nas Escrituras Sagradas.(Isaías, Três Sinais Editores, Apresentação de AM) É, com certeza, no âmbito do Fundamentalismo evangélico, um estilo literário, assim considerado há muito, com estudos fundamentalistas desde o princípio do século passado. «O estilo de Isaías difere amplamente de qualquer outro profeta do Antigo Testamento»- escreve o prof.George Robinson na colectânea Fundamentos (Edição de R.A.Torrey, Hagnos, pág.93) O filho de Amós estabelece desde o início o paradigma do seu Livro ao declarar que o mesmo será resultado de uma Visão. E di-lo de uma forma linear, comparativamente ao princípio de Ezequiel, que o faz de um modo prosaico e muito histórico-literário, também. O termo hebraico châzôn (sonho, revelação, oráculo), compara-se ao grego orasis, o que equivale à coisa que se torna visível. E a poesia torna as ideias visíveis nas palavras. Gostaria também de usar aqui o termo «poesis», que significa «fazer», referindo-o como uma forma de arte, de criatividade visual. Com efeito, a poesia existente no Livro de Isaías permite-nos que «vejamos» o que o profeta escreve e vaticina, as suas imagens, as suas metáforas. Por exemplo, do entrecho poético: “Como são belos sobre os montes os pés do mensageiro que anuncia a paz, que traz a boa nova, que apregoa a vitória, que diz a Sião: “Já reina o teu Deus”( Is 52,7). Os “pés do mensageiro” com feridas, sujos da poeira da estrada, são “belos” na poética do profeta. A razão é a qualidade da mensagem, a sua totalidade mensageiro / mensagem, a boa nova que é ela própria um som de paz. Forma e conteúdo da mensagem são a mesma coisa: uma voz pacífica perante a visão dos atalaias que já distinguem o retorno do Senhor a Sião. [...]
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João Tomaz Parreira
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A Paz só se Conquista com a Justiça!
Aqui vereis, senhores, o engano deste mundo. Todas as guerras deste mundo se fazem a fim de conseguir a paz. À guerra se aplica a sabedoria, na guerra se emprega a potência, com a guerra se despendem as riquezas, e com a guerra se pretende a paz; mas é engano.






