quarta-feira, 12 de maio de 2010

"Cinco Minutos para Sonhar"

"O futuro pertence aos que acreditam na beleza de seus sonhos."
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Eleanor Roosevelt
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Portanto, vós orareis assim: Pai Nosso que estais no céus, santificado seja o vosso nome. Venha o teu Reino. Seja feita a tua vontade, tanto na terra como no céu." Evangelho de Jesus Cristo - ( Mateus 6:9-10)
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Deus criou-nos para expressar a beleza do seu amor.
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Somos mais belos que árvores, flores, o mar e todos animais. Todas essas coisas, a princípio, podem ser deslumbrantes, mas se contempladas muitas e muitas vezes vão diminuir de beleza até trazer o tédio. As pessoas são diferentes; cada uma pensa, sente e age de forma ímpar. Somos seis biliões e meio de indivíduos nascidos para serem diferentes na forma, mas iguais na capacidade de amar. Foi Deus, o Criador, que nos fez assim.
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Outro dia, observei surpreso uma jovem que caminhava pela rua rindo-se sozinha. Ela não se apercebeu de mim, absorta, continuou seu caminho pensando e sorrindo. O que estaria ela pensando para sorrir tanto? Com certeza lembrando-se de alguém, ou quem sabe, fazendo planos, ou envolvida em alguma coisa boa que estaria prestes a acontecer.
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Em tempos de tantos pesadelos é raro ver alguém sorrindo pela rua. E, por falar nisso, como anda seu estoque de sorrisos? Você sabia que é mais fácil sorrir quando você recorda seus sonhos? Da mesma forma que você pode reaprender amar a si mesma(o) cuidando melhor da alimentação, da aparência,da forma física, existe algo ainda melhor: você deve exercitar seus sonhos. Criá-los, revisá-los, ressuscitá-los. Deus precisa de um sonho para fazer o milagre. Volte a sonhar e conte cada um deles para Deus.
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Não importa se tenha 12, 30 ou 90 anos, os sonhos não se limitam nem pelo tempo, nem pelo espaço, nem pela lei da gravidade. Quando sonhamos somos livres.
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Certo prisioneiro estava sobre uma cadeira, com um lençol atado ao pescoço. Ele tinha pesadelos horríveis, um demónio insistia em sua mente para que se matasse. Então, de repente, uma lembrança do seu tempo de criança vinha à sua mente. Ele se lembrava do pai segurando suas mãos caminhando na feira até a barraca do pastel. Ao voltar-se desta lembrança da companhia do pai, apercebia que estava à beira do suicídio e descia da cadeira.
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"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" Jesus Cristo, João 8:32.
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Quando o profeta Eliseu perguntou à viúva: Declara-me o que é o que tens em tua casa? Ela parou, pensou e respondeu que nada possuía. Esforçando-se um pouco mais, lembrou-se, que no meio do "nada" tinha alguma coisa: uma única botija de azeite.
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Para lembrar-se daquela botija, não gastou mais que alguns segundos. O que é uma botija de azeite? Pode ser alguma coisa que tenha e ainda não foi notada. Mas Deus sabe fazer o milagre da multiplicação com aquilo que você tem e julga de pouco valor. Deus tem um bom humor interessante. Ele sempre chama as coisas que ainda não são como se já fossem.
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Há um mal que tira o sorriso das pessoas: milhões delas estão habituadas a ver a vida como um quarto escuro sem nenhum raio de luz - 24 horas por dia. Mas o sol existe e está brilhando lá fora; basta um pequeno sonho para abrir a janela da alma e deixar penetrar a luz. Jesus disse seis vezes no Evangelho "Tende bom ânimo."
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Há um maravilhoso propósito de Deus para sua vida. Creia nisso. Você nasceu para expressar a alegria e o amor de Deus. Acredite nisso. Quanto maiores são as dificuldades, maior é a bênção do outro lado da ponte. Já ouvi um Pastor dizer, tempos atrás, que o muro, quando está a nossa frente, é uma barreira; ao transpô-lo, ele se torna em segurança nossa.
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Se você parar um pouco e usar cinco minutinhos para meditar nas coisas boas que ainda pode fazer, vai trazer uma revolução para sua vida. Quem consegue sonhar, também consegue sorrir. Sonhar é pensar em coisas novas que você ainda não tentou, ou bater de novo naquela porta que você já bateu centenas de vezes. Não sonhe com coisas pequenas; sonhe com uma oportunidade grande e desafiadora.
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Li um facto real no jornal há uns 20 anos. No Vale do Jequitinhonha, arrendam-se áreas de terrenos para cavar minas à procura de pedras preciosas. Uma dupla de mineiros passou muitos meses cavando, e cavando, mas só achava cascalho. Desanimados, desistiram de cavar e devolveram a mina. A terra foi arrendada para outros garimpeiros que após cavarem menos de meio metro, na mesma mina, encontraram um pedra de águas-marinas de cerca de duas toneladas.
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Os que desistem dos seus sonhos, primeiro perdem o próprio sorriso, depois perdem a bênção. Sei o que é isso, pois passei onze anos enviando, e enviando currículos, desempregado. Mas sempre esperando pelo dia em que uma porta se abriria. Justamente quando mais me entristeci por uma entrevista mal sucedida, veio uma nova oportunidade. Refiz mais uma vez o currículo; quando fui entregá-lo à gerente do RH, ela nem quis receber-me. Tudo parecia repetir-se pela milésima vez. Mas aquela vez foi a última. Depois de onze anos, a porta não bateu na minha face, ela se abriu e alargou-se.
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Os sonhos são como a estrutura de uma ponte.
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Do lado de cá, estão as dificuldades, as mazelas, os preconceitos, os desprezos, os zombadores, os linguarudos, os urubus... Mas do outro lado, o Senhor já providenciou as vitórias e está esperando a sua chegada. Mova-se! É sempre interessante esse facto: O profeta Samuel foi até à casa de Jessé - o belemita, para derramar azeite da unção sobre a cabeça do novo rei. Enquanto todo os irmãos estavam em casa, ociosos, o jovem Davi estava ocupado, cuidando das ovelhas da família.
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Você entra com o sonho e Deus com o milagre.
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Assim vai cumprir-se a mais bela promessa do Salmo 23: Deus proverá uma mesa e vai colocá-la(o) assentada(o) atrás dela. Diante de você, mas do lado de cá do rio, estarão os zombadores, os urubus, os preconceituosos, os apedrejadores, os linguarudos, que de longe, vão avistá-la(o), surpresos sem entender nada.
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Jesus é o seu raio de sol.
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Quando todas as portas se fecham, os amigos a(o) abandonam e você está no mais profundo dos poços, olhe para cima e procure por Jesus Cristo. A porta do céu nunca está fechada. Ele é o nome do socorro no dia da angústia. Foi Ele mesmo que disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
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Bastam cinco minutos. Se você ousar um sonho e pensar nele cada dia, Deus vai de abrir a porta. Se você entrar por esta porta, e continuar caminhando, Ele vai abrir portas maiores. Porque se você caminhar com Jesus, enquanto Ele não cumprir toda vontade de Deus na sua vida não descansará, pois Jesus ama você.
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Dedicatória:
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Dedico esta mensagem a você que está no fundo do poço. Olhe para cima e tenha um, dois dez sonhos. Depois conte cada um deles para nosso Paizinho Celestial. Eu já estive lá e sei que isso funciona. Abençoa com o teu bálsamo Senhor este leitor.
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Fonte: João Cruzué***via Olhar Cristão

terça-feira, 11 de maio de 2010

A Incomodidade da Cruz de Jesus...

...dão que pensar as razões que O levaram à morte. Morreu como blasfemo, condenado pela classe sacerdotal, e como socialmente perigoso. Foram os interesses de Jerusalém e de Roma em coligação que o crucificaram.[...] a pergunta decisiva não é então se Jesus é de direita ou de esquerda, mas quantos católicos tentam ser cristãos.
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Prof. Anselmo Borges
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Ler todo o artigo AQUI no Diário de Notícias Online

segunda-feira, 10 de maio de 2010

"A Arte de Não Fazer Amigos"...

1. Fale sempre a verdade, isto é, o que você acha que é verdade, mesmo que vá doer nos outros.
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2. Seja sempre crítico, com olhos sempre atentos a tudo e a todos. Afinal, os defeitos devem ser revelados, para que as pessoas mudem.
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3. Deseje que os amigos sejam sempre pontuais como você, corretos como você, dedicados como você, interessados como você.
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4. Quando seu amigo errar, não o perdoe, porque ele não podia fazer o que fez.
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5. Convidado para um aniversário de um amigo, faça qualquer outra coisa e não vá, mesmo que não seja nada, para não ter que encontrar pessoas desagradáveis.
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6. Jamais dê um presente, sobretudo quando estiver bastante ocupado ou o dinheiro andar curto.
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7. Na hora do jantar num restaurante, faça questão de dividir rigidamente a conta, real por real, centavo por centavo. Afinal, precisamos ser sempre justos.
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8. Não responda às mensagens que os amigos lhe mandam.
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9. Não desvie sua rota para dar carona a um amigo. Não saia da sua rotina para aceitar um convite.
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10. Conte muitas histórias, todos os seus sonhos, mas nunca ouça os relatos dos outros, porque não são interessantes.
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11. Pense que os amigos devem estar sempre à sua disposição e viva como se a recíproca não fosse verdadeira.
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12. Jamais abra o seu coração com alguém.
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Fonte: Israel Belo de Azevedo, no Prazer da Palavra *** Via PavaBlog.

"Recuso-me a Ser Camaleão"

...Há algum tempo deixei de ter uma fé legalista. Não comungo mais da crença em um Deus que me aprova ou me reprova a partir do meu nível de santidade. Não creio na idéia de um Deus que me reprime por não cumprir as normas que a religião prega, muito menos acredito que alguma ação minha consiga aumentar o meu prestígio diante de Deus. Acredito sim, na necessidade de uma vida moral e ética íntegra, mas isso independe do meu referencial religioso. Minha relação com Deus me ajuda a vivenciar esses conceitos de forma melhor, todavia, vai muito além disso, até porque, não dependo necessariamente de Deus para ser justo ou íntegro, posso ser exemplo de dignidade sem ter ligação alguma com a Verdade. Há algum tempo deixei de ter uma fé medíocre. Não sirvo a Deus com medo de ir para o inferno, aliás, o único inferno que faz parte da minha existência é a estranha realidade das vontades que me dominam sem a minha aprovação. Ademais, fora de mim, existem outros infernos, mas em Cristo quero fazer parte da Igreja que irá se levantar contra cada um deles, pois, foi o próprio Jesus que sentenciou que as portas do inferno não prevalecerão contra a Igreja. Cabe então, à Igreja, identificar quais as portas do inferno que precisam ser vencidas. É preciso perceber que a violência, o analfabetismo, o preconceito, o aborto, o infanticídio, e tantas outras questões, precisam da iniciativa da Igreja para serem banidas do contexto da vida humana. Enfim, tinha muitas outras inquietações para colocar aqui, mas não quero mais remoer o passado, estou de olho no futuro, comungo com aqueles que ainda crêem em um mundo melhor, que têm esperança que novos céus e nova terra nos esperam, mas, todavia, crêem que isso é possível hoje. Por isso, estou decidido a vivenciar Jesus fora do ambiente religioso. Já ofereci muito tempo da minha vida para a religião, para seus dogmas e preceitos. Já perdi muito tempo da minha vida querendo agradar a gregos e troianos. Mas, agora, quero vida, sem frescuras, e quero experimentá-la no palco de uma existência real, não fantasiosa, e só pra lembrar, não vou me adaptar.
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Fonte: Ivan Cordeiro***Via Hermes Fernandes

sábado, 8 de maio de 2010

Ratzinger Sabe Que eu Sei, que ele Sabe...

A minha esposa desafiara-me, no dia anterior, para uma vespertina caminhada no apetecível passeio fluvial de Alhandra, encostadinho ao tejo. Não era uma novidade para mim, já a fizera em muitas ocasiões anteriores movido pelas mesmas razões: "desenferrujar" o físico e "limpar" a cabeça.
No regresso do percurso cruzamo-nos com um grupo de várias dezenas de pessoas que, pelo aspecto, se dirigiam a pé para Fátima. Chamam-lhe "peregrinos" !
Não quero deter-me sobre a semântica da palavra "peregrino", prefiro ocupar-me sobre o que vão estes magotes de gente fazer a Fátima.
O fenómeno de Fátima, como bem sabemos, resulta da fabricada suposição de que 3 crianças assistiram à aparição da virgem Maria. Do ponto de vista bíblico e do relacionamento de Deus com os homens, isto é um facto não só insustentável como aberrante. Nenhuma investigação do foro teológico e exegético pode colocar a Palavra de Deus a dar cobertura a semelhante acontecimento. E não é porque Maria não tenha tido um papel significante e significativo no plano de Deus e seja , enquanto mãe de Jesus e nossa irmã na fé, credora do mais profundo respeito, como sucede com outras personagens bíblicas, mas sem que isso implique a nossa adoração, que não é aliás exigida, pedida, ou sequer sugerida, em qualquer passagem das Escrituras. A adoração de Maria, ou da sua imagem esculpida em madeira ou noutro material, pelos católicos romanos, só pode ser configurada, à luz da Bíblia, no plano da idolatria pura e simples. E esta é referida e condenada em variadíssimas passagens bíblicas. O Papa Ratzinger, na qualidade de grande teólogo, como o apelidam os vaticanistas, saberá certamente daquilo que falo. Ele sabe, que eu sei, que ele sabe que Fátima é mais do que uma mentira: é um logro, um embuste religioso e sociológico !
Sabendo isto, Ratzinger devia naturalmente recusar-se ( se fora um cristão ) a vir a Fátima para alimentar a crendice popular. Ratzinger deveria imediatamente denunciar esta mariolatria doentia e pecaminosa. Acabar com este espectáculo e folclore degradantes. Pugnar pela pureza do evangelho de verdade e por anunciar que só existe um advogado para com Deus: Jesus Cristo!
Mas Ratzinger não só não o irá fazer como se prepara para contribuir, com a sua presença, para alimentar e sustentar o embuste. É bom que saiba que Deus não se deixa escarnecer.
Ocorre-me, entretanto, que os evangelhos, quando relatam o encontro de Pedro ( de quem o Papa se diz herdeiro ) com Cornélio, nos informam sobre a atitude do Apóstolo para com o centurião quando este se lhe arrojou aos pés para o adorar: mandou Pedro , de imediato, que ele se levantasse e informou-o de que também era homem, um homem como qualquer outro, como eu e como Ratzinger. Mas sendo conhecedor desta passagem bíblica, Ratzinger, mesmo assim, aceita tornar-se objecto de culto, disputado seguramente a Maria, por parte de milhares de pessoas que se afirmam peregrinos só porque caminham centenas de quilómetros a pé. Qualquer teólogo de 3ª categoria seria capaz de elucidar o Papa, que vem a Portugal, e os "peregrinos" , que já cá estão, sobre estas verdades.
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Jacinto Lourenço

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Humor de Sexta - "Peidofilia"...

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Via Jasiel Botelho

Humor de Sexta - Homem prevenido.....

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"O Lado Oculto do Nascimento das Estrelas" - ou os Insondáveis Mistérios da Criação de Deus.

( Foto jornal El Mundo )
Os primeiros resultados do Telescópio de infravermelhos da Agência Espacial Europeia (ESA) mostram detalhes desconhecidos da formação estelar. As novas imagens exibem milhares de galáxias longínquas em pleno processo de formação de estrelas e nebulosas ao longo de toda a Via Láctea. Uma das Imagens mostra, inclusivamente, uma estrela "impossível" em plena formação. As imagens da nebulosa de formação estelar RCW 120 revelaram uma estrela embrionária que, parece, virá a converter-se na maior e mais brilhante de toda a Galáxia nas próximas centenas de milhares de anos. Possui já uma massa de oito a dez vezes superior à massa do Sol e está rodeada de mais 2.000 massas solares de gás e pó, dos quais se alimenta, pelo que tem todas as condições para continuar a crescer. [...]
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Continuar a LER AQUI, em Castelhano, no jornal El Mundo

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O Vaticano anda a Espiar as Estrelas... O que diria Galileu ?!

O astrónomo e jesuíta Jose Gabriel Funes, que dirige desde 2006 o Observatório Astronómico do Vaticano, instalado em Castel Gandolfo, a residência de Verão dos papas, explica sem rodeios que se tornou astrónomo "para se aproximar de Deus, que criou o Universo". A um só tempo homem de ciência e de religião, Jose Gabriel Funes, de nacionalidade argentina, diz conciliar sem problemas os dois mundos. "As nossas questões são as mesmas que se colocam aos nossos colegas laicos: compreender como funciona o universo, qual é a sua origem, saber se há planetas idênticos à Terra. Mas somos o observatório do papa, estamos aqui para servir o papa, a Igreja e os nossos colegas", afirmou o responsável do observatório do Vaticano à jornalista Catherine Jouault, da AFP. O padre Funes tornou-se, aliás, astrónomo em primeiro lugar e só depois abraçou a vida religiosa, tal como aconteceu com o seu colega Guy Consomagno, do mesmo observatório, que é especialista em meteoritos. "Sou antes de mais um cientistas", diz este último, notando, no entanto, que é a sua "fé em Deus" que lhe dá "coragem" para fazer a sua investigação. "É necessário ter fé para nós dizermos que há respostas e leis para descobrir e que o universo não é apenas um caos", sublinha Guy Consomagno. Um telescópio antigo está instalado no observatório, mas serve hoje para o papa, e apenas para espreitar os planetas próximos. O Observatório do Vaticano instalou um telescópio moderno no Arizona (EUA) e é aí que oito outros religiosos levam a cabo o trabalho científico actualmente. Em Castel Gandolfo respira-se a História.
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A Autenticidade do Ser

[ Título original do texto: O autêntico é livre de si mesmo ]
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Há um poder de libertação muito grande na autenticidade do ser. Uma das coisas que a religiosidade produz é a hipocrisia omissa. Diria que o religioso torna-se vítima da sua própria devoção. Na busca por mudança interior há a tentativa de transformar o exterior, e isso costumeiramente resulta na dissimulação e até simulação de carácter. O engajamento em trocar velhos hábitos tidos como impuros por atitudes condizentes com as regras de fé adoptadas é igualado ao arrependimento e entrega dos quais conclamam as boas notícias de Jesus Cristo, para os mais vis e repugnantes. Quando me esforço para mudar o jeito como falo, o tipo de roupa que visto, o tipo de amigos que tenho, a natureza dos lugares que frequento e como lido com as pessoas sem antes ter tido a essencial renovação do ser, estou apenas limpando o exterior do copo. Provavelmente, e muito provavelmente, a sua religião empurra-o para esse infrutífero caminho: adoptar novos preceitos de vida, nova indumentária, novos jargões e formulações prontas e a incapacidade de sustentar pensamento livre. Tudo isso sob a retórica de estar nascendo de novo. Ao passo que, com Jesus Cristo, a ordem das coisas é bastante diferente. Aliás, se há alguém que quebrou paradigmas sem conta foi Ele; Mas isso fica para outra explanação. Não me recordo de ler nos Evangelhos nenhuma narrativa que mostre Jesus aceitando pessoas sob a condição de mudança exterior. A mesma pode até vir a ocorrer, mas sempre em consequência de uma total reviravolta interior. O que carregamos no coração é que será reflectido na aparência. E não há falsidade que esconda isso por muito tempo, seja luz ou trevas o que existir lá dentro. Jesus não dizia, “venha para a minha igreja, mude de vida e receba meu perdão e aceitação”. O contrário, “receba meu perdão e minha aceitação, e isso mudará sua vida”. Um dos atributos dessa ordem é ser livre do status quo. Tornar-se autêntico mesmo que não signifique ainda pronto, totalmente santo e irrepreensível, é uma virtude pouco encontrada nos crentes. Como posso receber o perdão salvífico de Cristo sem exercer a disciplina da autenticidade? O autêntico vê pouca dificuldade na humildade. Assim, vê grande alegria no perdão reconciliável do Pai, em seu Filho. Sua honestidade para consigo mesmo o conduz a uma saudável transformação de dentro para fora. Eis, então o problema do religioso que aprendeu a mudar como vive sem antes receber a Vida dentro de si. Acometido da pressão de parecer santo e ungido para os outros, apodreceu seu interior pelo preço de ostentar parecer o que ainda não conseguiu ser. Portanto, vive preso a si mesmo.
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Por Thiago Mendanha *** Via Hermes Fernandes

quarta-feira, 5 de maio de 2010

A Fé e a Razão

É triste, mas a maioria dos cristãos ainda mantém o péssimo hábito de colocar uma separação entre a devoção piedosa a Deus e a ortodoxia do pensamento. Costumam dizer-nos que a fé e a razão são antagónicas e não podem dividir o mesmo espaço. Mas houve um tempo em que não era assim. A história do cristianismo está cheia de exemplos de cristãos fervorosos que eram intelectuais de primeira grandeza, ao mesmo tempo que nutriam grande devoção a Deus. Podemos citar Agostinho, Lutero, Calvino, Jonathan Edwards, e muitos outros. Penso que se desejamos ser luz do mundo e sal da terra em nosso tempo, então uma coisa não pode existir sem a outra. Uma fé de grande devoção e afectos apaixonados que não busca profundidade de pensamento pode tornar-se uma fé “água com açúcar”. Assim como um pensamento de amplitude exponencial, sem a chama do Espírito, é semelhante ao vapor que logo se desvanece. O emocionalismo e o intelectualismo são dois extremos que devemos evitar caso tenhamos em nossos corações o desejo de sermos adoradores que adoram em espírito e em verdade. O pastor e teólogo John Piper resume bem o que quero dizer. Ele diz: "A adoração precisa ter coração e cabeça. Ela tem de envolver as emoções e o pensamento. Verdade sem emoção produz ortodoxia morta e uma igreja cheia de admiradores artificiais. Por outro lado, emoção sem verdade produz agitação vazia e cultiva pessoas superficiais que rejeitam a disciplina do raciocínio exacto. A adoração verdadeira, porém, vem de pessoas com emoções profundas, grande amor e doutrina sadia. Afeições fortes por Deus, arraigadas na verdade, são ossos e medula da adoração bíblica".
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"Aquele que orou bem, estudou bem"
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- Lutero-
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Daniel Grubba *** Via Soli Deo Glória

"Notas para uma Leitura de Paulo"

Se Jesus nos ensinou a sermos homens para nos tornarmos filhos de Deus, Paulo nos ensinou a fazer uma ampla releitura da cultura e da história de modo a salientar a abrangência, a singularidade e a relevância do evento messiânico. Do mesmo modo que Paulo achou necessário empreender uma reinterpretação radical do judaísmo a fim de destacar (sem esgotá-los) os significados da obra de Jesus, devemos com o mesmo propósito sujeitar a uma reinterpretação radical o cristianismo e portanto nossa própria cultura. Nesse sentido são inteiramente válidas as críticas “pós-modernas” à história do cristianismo e a uma leitura tradicional ou condicionada do texto bíblico, mesmo quando o alvo dessas críticas é o caráter historicamente condicionado do próprio Paulo.[...]
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Continuar a LER AQUI no Blogue Bacia das Almas

terça-feira, 4 de maio de 2010

"Receita Para Não Sofrer"

“QUEM É FELIZ SEMPRE, e nunca sofre, padece de uma grave enfermidade e precisa ser tratada a fim de aprender a sofrer. Sofrer pelas razões certas significa que estamos em contacto com a realidade, que o corpo e a alma sentem a tristeza das perdas e que existe em nós o poder do amor. Só não sofrem, quando para isso há razões, aqueles que perderam a capacidade de amar. Toda experiência de amor traz, encolhida no seu ventre, à espera, a possibilidade de sofrer. Assim, a receita para não sofrer é muito simples: basta matar o amor.”
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Rubem Alves em Um mundo num grão de areia
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segunda-feira, 3 de maio de 2010

"O Apocalipse e o Nada"

“Deus me mostrou com a tragédia no Haiti que não sou nada. Nossa vida não é nada.”
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“A Bíblia diz que isto aconteceria no final dos tempos. Desastres vão ocorrer, pessoas vão morrer aos montes, o mundo se destruirá.”
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Ouvi essas frases repetidas vezes nos últimos dias. Infelizmente, elas não geram fé, e sim um desânimo niilista que domina sutilmente nossa cultura cristã. O niilismo, que é a negação da importância da vida, da moral e do bem, começou na filosofia quando a ideia de Deus como centro da vida foi sendo abandonada. Sem a transcendência de um Deus que nos cria, nos ensina e nos atribui valor, a vida humana se mediocriza, as individualidades se homogeneízam e tudo se nivela no nada. Sem o milagre do “imago Dei”, somos apenas animais racionais, condenados ao sofrimento perplexo. Incomodo-me quando escuto cristãos falando isto: “Não somos nada -- chegamos a essa conclusão depois da tragédia”. Como assim não somos nada? Aquelas centenas de milhares de pessoas enterradas lá não são nada? Zilda Arns não é nada? Aquela esposa encontrada viva depois de seis dias debaixo dos escombros pelo marido incansável não é nada? Sua vida não tem importância, assim como a minha? Se tenho tais pensamentos, eles vieram da minha cosmovisão humanista e aleijada -- e não da Bíblia. A Bíblia nos revela um Deus que sofre por uma vida humana, por mais insignificante que nos pareça. Somos aqueles a quem ele ama. Somos aqueles feitos por ele individualmente, cada um de nós predestinados para o bem, para a vida. Cada vida debaixo dos escombros tem um valor específico e transcendente e, por isso, será insubstituível. Deus conhecia a todos. E o que dizer do: “Haverá terremotos, o amor se esfriará, haverá guerras”? Sim, está mesmo escrito. A conclusão a que chegamos é que está errada: “Portanto, porque está escrito, eu me acostumo, me adormeço numa passividade fatalista, pensando que ter fé é apenas esperar conformado que as desgraças aconteçam”. Mais uma vez deixamos de conhecê-lo. Deus não tem dubiedade de intenção. Seu caráter é de luz, sem treva nenhuma. Quando ele nos alerta sobre o que há de vir, não o faz num ímpeto sádico de nos oprimir com a tragédia inexorável, mas como o pai que alerta seu filho do perigo, que o ensina a superar os problemas e as adversidades da vida, que prevê o mal para que se escolha o bem. A profecia nos instrui. O livro de Apocalipse começa com: “Feliz aquele que lê as palavras desta profecia e felizes aqueles que ouvem e guardam o que nela está escrito” (Ap 1.3). Podemos aprender o que é fé com o jovem haitiano resgatado depois de dois dias pinçado num vergalhão embaixo das ruínas de um prédio de cinco andares: “Minha vida está nas mãos de Jesus. Estou feliz com ele”. O rapaz estava preparado, conhecia o caráter de Deus. Ele não se compraz no mal, mas é capaz de usá-lo para nos fazer o bem. Haverá guerras e desastres naturais e o pecado vai aumentar; portanto, tenho que agir. Tenho que salgar para que o amor não se esfrie. Estabelecendo-se o niilismo, a ajuda humanitária desaparece. Vou me preparar, farei cursos de primeiros socorros, criarei um fundo de ajuda emergencial, mobilizarei uma equipe especial para responder aos desastres. Reconstruirei casas, restabelecerei a esperança nos corações que sofreram tantas perdas, falarei do amor daquele que nos ama, e não nos considera um nada. Longe de me conduzir ao desânimo amargo do niilismo, uma leitura correta do Apocalipse me faz ter esperança de dias melhores. Porque eu estou aqui e, enquanto tiver vida, posso mudar as coisas ao meu redor.
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Por Bráulia Ribeiro Via Revista Ultimato

domingo, 2 de maio de 2010

"De Mãe para Mãe..."

Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP1: Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa. Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência. Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc… Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho. A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar. Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusivé aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família. Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família. No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores… Ah! Já me ia esquecia: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso. No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas “Entidades” que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais “os meus direitos”. Para terminar, ainda como mãe, peço por favor: Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só… Direitos humanos só deveriam ser para “humanos direitos”!
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Fonte: Internet (dica de Rui Serodio).
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