sábado, 12 de dezembro de 2009

"Quando as Diferenças já Não Fazem a menor Diferença"

Os discípulos estavam preocupados. Motivo? Alguém estava usando o nome de Jesus para fazer milagres. Ao contar a Jesus o que estava acontecendo, imaginaram que Ele daria um basta naquilo, exigindo que se respeitasse os direitos autorais de Sua mensagem. Mas para a surpresa deles, Jesus disse: "Não lhe proibais. Ninguém há que faça milagre em meu nome, e logo a seguir possa falar mal de mim, pois quem não é contra nós, é por nós" (Mc.9:39-40).
Jesus jamais exigiu royalties ou direitos autorais de Suas obras ou mensagem. Ele queria que a mensagem fosse propagada.
Paulo também captou o mesmo espírito, e por isso, declarou: "Verdade é que também alguns pregam a Cristo por inveja e porfia (...) mas que importa? contanto que Cristo, de qualquer modo, seja anunciado, ou por pretexto ou de verdade, nisto me regozijo, sim, e me regozijarei" (Fp.1:15a,18).
A mensagem de Cristo não é monopólio de quem quer que seja.
Quanto as motivações, deixemos que Deus as julgue no momento certo. Por agora, o que importa é que a mensagem seja anunciada.
Não importa se em uma igreja protestante histórica, ou em uma paróquia católica, ou numa igreja neopentecostal, ou mesmo em um centro espiritualista ou numa mesquita. A verdade é a verdade, não importa por quem está sendo anunciada. E quem ama a verdade a reconhece de cara, ainda que anunciada pelos lábios de um cético. Assim como podemos reconhecer a mentira, mesmo quando dita por aqueles que julgamos estar acima do bem e do mal.
Diferentes, mas nem tanto
Em vez de realçarmos o que nos distingüe, por que não realçamos o que temos em comum?
Para isso, temos que descobrir quais as ameaças e os inimigos que temos em comum. Somente assim as diferenças já não farão tanta diferença.
Por exemplo: em um País muçulmano, não faz diferença se você é evangélico ou católico. Ambos se reconhecem mutuamente como cristãos.
Numa classe universitária na França, onde a maioria dos alunos se diz atéia, a diferença entre muçulmanos e cristãos perde a importância. O ateísmo é um "inimigo" comum para ambos os grupos, haja visto que são monoteístas.
E quando somos ameaçados por um inimigo comum à toda a humanidade?
Se fosse anunciado que um asteróide estava prestes a chocar-se com a Terra, pondo em risco a civilização humana, todas as diferenças religiosas, racias, étnicas, culturais, perderiam totalmente sua relevância. Ateus, cristãos, espíritas, hindus, budistas, dariam as mãos num esforço coletivo para evitar a tragédia.
Pode ser que não estejamos ameaçados pela queda de um asteróide, mas certamente há outras ameaças que nos assediam, e que demandam que nos unamos em um esforço comum para enfrentá-las. Entre elas, destacamos a violência urbana, o aquecimento global, as injustiças sociais, e por último, a crise financeira global. Estaremos fadados ao fracasso, caso não nos disponhamos a deixar nossos guetos ideológicos e darmos as mãos.
Parafraseando Agostinho: "No essencial a unidade, no não essencial a liberdade, em tudo a caridade".
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Via Hermes Fernandes

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Detalhes do Mundo - Laos

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"Questionamentozinho Sincero sobre a Justiça de Deus"

Tenho ultimamente uma séria dúvida: porque é que não entramos em crise, porque não perdemos noites de sono, porque não procuramos os pastores para reclamar quando Deus nos abençoa? Sim, é isso mesmo, quando somos abençoados com essas bênçãos boas, agradáveis e lindas de se ver (e pegar!). Eu francamente, nunca vi alguém fazer isso. [...]
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Ler Todo o artigo AQUI no Blogue de Rubinho Pirola

De Alverca, Portugal, para ser Mulher do Ano no Dubai

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Ler todo o Artigo AQUI, no Notícias de Alverca

A Formação do Mediterrâneo

( Imagem jornal El Mundo: recreação da entrada da água pelo estreito de Gibraltar )
Que o Mediterrâneo ficou isolado do Oceano Atlântico, há quase seis milhões de anos, é algo que já se sabia; e também se sabia que a evaporação levou a que o seu nível tenha ficado mais de 1000 metros abaixo do actual. Os cientistas não se põem de acordo é no que respeita aos motivos que conduziram quer ao seu isolamento quer ao seu posterior reenchimento. O que se sabe é que a água que o deixou no seu actual nível procedia do Atlântico [...]
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Ler todo o artigo AQUI, em Castelhano, no Jornal El Mundo

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Detalhes do Mundo - Machu Pichu

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"A Semiótica Narrativa dos Objectos de Gideão"

O episódio bíblico-histórico de Gideão já Originou um importante movimento evangélico à escala mundial. O paradigma foi sem dúvida, uma vista em Selecção TENDO UMA TAREFA Determinada. Os Gideões Internacionais, como são conhecidos, seleccionados entre as diversas igrejas, Desenvolvem, assim, um ministério nobre de espalhar o Livro de Deus em hotéis, escolas, hospitais, etc Mas a proposta fundacional daquela personagem do Velho Testamento aprofunda e desencadeia outros pensamentos e outras hermenêuticas. Porventura uma das mais aliciantes abordagens, será no Âmbito da semiologia, digamos assim, dos objectos usados por Gideão. [...] ***
João Tomaz Parreira ***
Ler todo o artigo no blogue Papéis na Gaveta

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*** Via PavaBlog

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

A Revolução que Jesus Proclamava

Não era meramente uma revolução moral e social que Jesus proclamava: fica claro por um grande número de indicações que o seu ensino tinha uma inclinação política muito manifesta. É verdade que ele disse que o seu reino não era deste mundo, e que se situava no coração dos homens e não sobre um trono; porém fica igualmente claro que em todo o lugar e na medida em que o seu reino se estabelecesse no coração dos homens, o mundo exterior seria na mesma medida revolucionado e renovado. [...]
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Ler Texto integral AQUI

Supernova Observada pela Primeira Vez

O círculo vermelho assinala a SN 2007bi
[ Foto jornal Público ]
Uma equipa internacional de astrónomos conclui, na edição de amanhã da revista "Nature", que uma explosão estelar observada em 2007 é o primeiro exemplo registado de um tipo diferente de supernova.
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Quando uma estrela 10 a 140 vezes mais maciça que o Sol se esgota, morre numa fulgurante explosão ou supernova. A estrela original, cujo núcleo ficou reduzido a ferro inerte, colapsa sob o efeito da gravidade, libertando gigantescas quantidades de energia. No fim, só resta uma estrela de neutrões ou um buraco negro. Uma supernova famosa é a SN 1987A, observada em 1987 na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia próxima da nossa.Mas a teoria também prevê que as estrelas com mais de 140 vezes a massa do Sol, cujo núcleo seria de oxigénio, se desintegrariam numa explosão termonuclear desencadeada pela conversão de fotões em pares de electrões e positrões. A desintegração, desta vez, seria total. Avishay Gal-Yam, do Instituto Weizmann de Ciência em Revohot, Israel, e colegas, afirmam que foi o que aconteceu à supernova SN 2007bi. A descoberta é importante uma vez que, como se pensa que as estrelas supermaciças eram correntes nos primórdios do Universo, supernovas como esta podem ajudar a perceber a evolução do jovem Universo.
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In jornal Público Online

No Tempo em que não Havia Pai Natal

Não vou falar do Natal, mas das coisas que acontecem à volta do Natal. Acho que, de todas as épocas, esta será a mais consensual no mundo cristão, seja qual for a confissão, embora nem sempre pelas mesmas razões, ou pelas melhores razões, para todos. Tenho, confessadamente, um problema com a forma como se celebra actualmente o natal; um problema que entronca na minha memória de infância sobre a época. Já o disse noutras ocasiões e circunstâncias, mas volto a repetir: estou divorciado do natal, deste natal feérico, de exposição mediática e intrusão mercantilista. Deste frenesi consumista fora e dentro de casa. Talvez por isso, já tenha alguma dificuldade em ouvir as músicas de natal que ecoam por tudo o que é sítio ao ritmo de papel de embrulho e laçarotes a metro. Ouço pessoas a desejarem-se constantemente "bom natal" ou "feliz natal" e lembro-me de como em criança eu gritava para dentro de poços secos de água para ouvir o retorno da minha voz devolvida pelo vazio do profundo. Luz contrasta com escuridão tal como tristeza contrasta com alegria. Aquilo que este natal me transmite é isto: falta de Luz e Alegria, das que derivam do nascimento do Filho de Deus, porque quaisquer outras não passam de ecos de vacuidade. Vejo luz mas não a sinto na vida das pessoas. Vejo alegria, mas semelhante ao vazio de uma profunda secura de água viva. Este natal feérico e repleto de bonecos vermelhos a trepar por tudo o que é varanda, janela ou árvore, é um fardo para mim, mesmo que aconteça em minha casa. Todos os anos me vem à memória o Natal da minha infância: humilde, desprovido das luzes e brilho provocadores, que me ferem agora a alma. Era um Natal de pequenos gestos, de breves rituais respeitosos e cheios de significado que nos enchiam o peito de Alegria que nem sempre sabíamos explicar, mas que nascia de dentro de nós. A esperança não estava nas prendas inexpressivas e sem qualquer significado económico, mas nos relacionamentos do momento vivido que remetiam para um céu cheio de estrelas que renovava a vida vivida no Filho de Deus, no menino nascido no meio deste Natal humilde mas tão rico de fé, celebrado, na maior parte das vezes, à volta da lareira, que o madeiro de Natal não deixava extinguir e cujas labaredas iluminavam os rostos familiares projectando desenhos suspensos no ar e nos quais sonhávamos desejos de felicidade, ao ritmo da degustação de alguns fritos tradicionais embalados pelas histórias, mil vezes repetidas, dos mais velhos. Não havia pai natal, nem o poderia ter imaginado nessa altura. O menino Jesus, centro da celebração, rodeado por Maria e José, aquentado, a despropósito, pelo bafo de animais, na adoração de magos e pastores, enchiam o meu imaginário de criança. Árvore de natal era invenção recente, e apenas enfeitada de algodão branco a fingir flocos de neve , mas sem sequer acoitar quaisquer prendas, que essas, a existirem, eram colocadas no sapatinho e só pela manhã de 25 se revelavam, cheias de encantamento doce e enroladas de coloridas pratas depois guardadas, criteriosamente, para serem colocadas entre páginas de livros escolares como que para adoçar, mais ainda, histórias de criança. De tudo isto, resta, do meu Natal de criança, a Verdade do menino Jesus, que transporto em mim e que me faz sentir uma alegre criança nascida sempre de novo, com todas as prendas que põe no meu sapatinho que não se acoita debaixo de nenhuma árvore mercenária e mercantilista. De há anos a esta parte, resgatei, em minha casa, o sapatinho à lareira, a adiar presentes para a manhã de 25. É o que resta do cenário, riquíssimo, do meu Natal da infância.O menino Jesus, claro, nunca saiu dele e continuará para sempre a ser o máximo referencial do Natal na minha vida qualquer que seja o dia em que ele ocorra. Vermelha é a cor do sangue que Ele derramou por mim na cruz. ***
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Jacinto Lourenço

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Galileu: O Revolucionário.

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Clique na imagem e ouça e veja ( em castelhano, no jornal El Mundo ) a biografia de Galileu, o homem que revolucionou a forma como passámos a olhar para o céu estrelado por cima de nós.

Detalhes do Mundo - Bali, Indonésia

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Amor de Cristo

Soren Kierkegaard (1813-1855)
Amar o outro a despeito das suas fraquezas e erros e imperfeições não é o perfeito amor. Não, amar é considerá-lo amável a despeito e junto com suas fraquezas e erros e imperfeições [...] A tarefa não é encontrar um objeto amável, mas considerar o objeto diante de si amável - seja dado ou escolhido - e ser capaz de continuar considerando esse objeto amável, não importa o quanto essa pessoa mude. Amar é amar a pessoa que se vê. Como o apóstolo João nos lembra: "Aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê." (1 Joao 4:20) [...]
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Ler artigo AQUI no Soli Deo Gloria

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Detalhes do Mundo - Jerusalém

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