terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
A Oração
" A Respeito da Segunda Vinda de Cristo "
segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010
"Quando a Máscara Cai"
domingo, 7 de Fevereiro de 2010
TEATRO EVANGÉLICO - UM MINISTÉRIO METALINGUÍSTICO
Está enganado aquele que tenta desentender o teatro evangélico como outra coisa que não uma arte apta a veicular a mensagem bíblica, através da estética das palavras e da representação.
Não se trata de exacerbação experimentalista, pelo contrário, entendemos que a arte dramática é um ministério metalinguístico com um código de comunicação variado. Pode ir e vai além mesmo da linguagem corrente, tratando dos dramas e conflitos humanos.
No Velho Testamento, a encenação, a representação e as palavras dramatizadas são tão antigas quanto a poesia hebraica.
As encenações seguintes, ambas determinadas pelo Senhor ao profeta Ezequiel, são, por assim dizer, um script de experiências onde se estrutura uma tese - o chamado miolo da acção -, como sinais de aviso a Israel sobre o cativeiro:
«Tu, pois, ò filho do homem, toma um tijolo, põe-no diante de ti, e grava nele a cidade de Jerusalém. Põe cerco contra ela, edifica contra ela fortificações, levanta contra ela trincheiras e põe contra ela arraiais, e aríetes em redor.» -Ezequiel,4,1-2
«Tu, pois, ó filho do homem, prepara a bagagem de exílio, e de dia sai, à vista deles, para o exílio; e do lugar onde estás parte para outro lugar à vista deles. À vista deles, pois, traze para a rua, de dia, a tua bagagem de exílio; depois, à tarde sairás, à vista deles, como quem vai para o exílio.
Abre um buraco na parede, à vista deles, e sai por ali.» - 12, 3-5
O arco do proscénio, sob o qual na velha Europa e na terra de Shakespeare
se representavam as palavras, através da voz, do corpo, da acção, não era necessariamente lugar de pecado. Para o teatro evangélico não o é seguramente, e agora mesmo, nos nossos dias, os palcos para a representação de peças cristãs são abertos, são a própria rua, muitas vezes, são a própria tribuna donde se prega a Palavra de Deus.
O nosso teatro, a nossa maneira de expressarmos com arte o Evangelho, pode abandonar - como alguém escreveu - «a escuridão dos cenários e penetrar na luz do Sol - perante palácios, nos adros das igrejas, nos largos das aldeias, nas colinas», sendo que o que é válido para o teatro dito secular, «mundano», pode e dever ser mais válido ainda para o teatro de conteúdo cristão.
As peças dramáticas cristãs, com base nos quadros bíblicos e veiculando mensagens para os dias hodiernos, não são frívolas, nem para diversão. São para fazer pensar e para ajudar a mudar vidas, seja na vertente do chamado teatro de época (bíblica, do Velho e do Novo Testamentos), seja sob a forma da representação da vida moderna. São uma das mais poderosas ferramentas de evangelização que levam a vivenciar situações, factos, personagens - é o que nos diz um dos mais recentes manuais do género, editado no Brasil pela Hagnos, «O Ministério do Teatro II ».
Claro que tal visão do uso de meios como a arte cénica, terá a ver, também, com o desenvolvimento cultural da comunidade, da sociedade e do país.
Se recorrermos ao mais completo meio de pesquisa dos nossos dias, aos chamados directórios ou motores de busca de sites na Internet sobre o tema em apreço, «teatro evangélico », verificaremos que existe uma multiplicidade de oferta neste domínio. As informações sobre companhias de teatro cristão aptas a trabalharem em liceus, igrejas e conferências, como um ministério instituído, designadamente nos Estados Unidos da América, são vastíssimas.
Mas não só. As artes de representação cristãs, a reintrodução de uma cultura cristã evangélica no meio de uma sociedade secularizada e materialista, estendem-se do Reino Unido à Australia, tocam pontos tão díspares como Tauranga, na Nova Zelandia, e Vancouver, no Canadá.
Em português também. Movimentos evangélicos do Brasil utilizam os grupos de arte dramática e musical como meio para proclamarem o Evangelho e a dimensão da vida cristã evangélica.
No âmbito da literatura com intuitos esclarecedores e pedagógicos sobre este ministério tão específico, as artes teatrais como meio de evangelizar, há contudo uma preocupação, ajudar a que não se confunda teatro evangélico com teatro religioso. E aqui as capacidades de discernimento espiritual dos utilizadores devem estar alerta, para uma triagem do que é proclamação evangelística, através da arte, e do que é mera forma de idolatria encenada.
Em «Teatro Evangélico-Um Desafio à Criatividade », um livro não muito denso (110 páginas ) da autoria de Cilene Guedes de Souza, podemos ler uma útil clarificação do ponto acima aflorado: «Mas não se confunda teatro evangélico com teatro religioso. Teatro e religião frequentemente aparecem associados ao longo da história. Os gregos faziam verdadeiros festivais para cultuar Dionísios. Na Idade Média, a igreja usou teatro para popularizar os ensinamentos bíblicos. Os jesuítas catequizavam, também, através da encenação. » Até ao século XV o teatro europeu viveu dos clássicos e do religioso, com espectáculos religiosos, só depois começou as primeiras tentativas de teatro profano. Asseverou-se então que o profano tomara o teatro contra o religioso por tomar contacto com a realidade e a vida.
Todavia, é incontornável hoje, no século XXI, com várias linguagens à disposição do homem, que a escrita religiosa ou evangélica, no teatro, como na ficção ou na poesia, parte da vida e da realidade, no intuito de transformar ambas com o Poder do Evangelho de Jesus Cristo.
Do ponto de vista da escrita para teatro evangélico, há uma reclamação unânime: «faltam textos evangélicos », isto é, não existe uma dramaturgia cristã séria e que aborde temas sérios numa linguagem coloquial, mas ritmica, que confronte os problemas do homem pós-moderno, o qual se reivindica de um ateísmo intelectual bem mais do que religioso.
Como também não há entre nós uma tradição de boas encenações para bons textos dramatúrgicos.
Existem, no entanto, belíssimas intenções e já algumas práticas conducentes da promessa de bom teatro evangélico. É, sem dúvida, o caso de um guia de apoio para o encenador cristão da autoria de Samuel Esteves. Este autor, ao reconhecer que é fácil fazer teatro - título do seu livro, editado pelo Núcleo em 2002 -, transportou para o campo da pedagogia esse seu reconhecimento, assim lemos desde «dicas para encenar uma peça», «notas de apoio ao encenador » até 12 peças que podem ser montadas com proveito para as igrejas.
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- Colaborador -
sábado, 6 de Fevereiro de 2010
"Casa onde não há Pão todos Ralham e Ninguém tem Razão"
sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010
Plutão cada vez mais Vermelho
quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010
O Nobre...
Possui um projeto de vida e o persegue com todas as suas forças.
Quem tem um projeto de vida sempre tem algo a transmitir, possui uma atração muito especial, revela o humano nobre.
Afirma Delort: “O nobre se distingue dos outros por um género de vida, por uma mentalidade particular, por saber morar, saber vestir, saber exprimir um sentimento, por acreditar em laços edificantes, por inspirar-se em heróis e ter um modelo de vida, por saber ocupar-se e pelo espírito de combate”.
Ser nobre é dar sentido a tudo o que se faz. É não gastar, não desgastar a vida por pouca coisa, é ter uma medida de grandeza: “A grandeza de uma época depende da quantidade de pessoas capazes de sacrifícios, qualquer que seja o objeto destes sacrifícios. E, nesse sentido, o mundo medieval não está atrás de nenhuma época. Dedicação é sua palavra de ordem! Dedicação e não apenas garantia de um soldo seguro. Com que coisa começa a grandeza? Com a empenhada entrega a uma causa… a grandeza é uma ligação entre um determinado espírito e uma determinada vontade.”
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Via A Gruta
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Vitório Mazzuco em “Francisco de Assis e o modelo de amor cortês – cavalheiresco”
Internet em Excesso pode Causar Depressão
quarta-feira, 3 de Fevereiro de 2010
Combater o Desespero
[ Título original do texto : Combatendo a raíz do desespero humano ]
Sonda vai Estudar os "Humores" do Sol
A Solar Dynamic Observatory é enviada dentro de uma semana para o espaço. O objectivo desta sonda é registar ao pormenor a actividade solar para melhor compreender os seus efeitos na Terra, nomeadamente os estragos que provoca nos nossos sistemas de telecomunicações
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Faltam sete dias para o lançamento da maior sonda jamais enviada para o espaço para estudar os "humores" do Sol. É a Solar Dynamics Observatory (SDO) da NASA, que parte para órbita no próximo dia 9, quando forem 15.36 (hora de Lisboa). A ideia é estudar com um detalhe sem precedentes os padrões da actividade solar, com os seus ciclos de 11 anos e as suas gigantescas explosões, para tentar compreender melhor o que está na sua origem e os seus efeitos na Terra e no espaço que a envolve. Nomeadamente no que diz respeito aos estragos potenciais nos sistemas de telecomunicações.
Com três toneladas e painéis solares com 6,5 metros de comprimento, a SDO leva consigo uma bateria de instrumentos que lhe permitirá registar em contínuo diferentes parâmetros do Sol.
Telescópios de alta definição produzirão imagens dez vezes mais nítidas do que as actuais televisões de alta definição, e em diferentes comprimentos de onda, para analisar as diferentes radiações do espectro luminoso.
São três as áreas de estudo que estão na mira desta missão. Uma delas é a medição das emissões de radiação ultravioleta que têm um impacte directo na alta atmosfera da Terra, aquecendo-a. Outra prende-se com o mapeamento dos campos magnéticos do Sol, para compreender a sua dinâmica. A terceira pretende estudar a atmosfera solar, graças a quatro telescópios que vão registar dados em dez comprimentos de onda do espectro luminoso.
"O Sol muda em cada momento em que olhamos para ele, nunca é o mesmo", disse, em conferência de imprensa, Dean Pesnell, um dos cientistas do projecto no centro espacial da NASA Goddard Space Flight Center.
Uma das questões essenciais em estudo prende-se com o ciclo da actividade solar, de cerca de 11 anos, em que a estrela alterna entre um pico mínimo e um pico máximo de actividade. Os cientistas pensam que isso tem que ver com alterações no campo magnético do Sol, mas desconhecem como isso acontece exactamente. Nos momentos de pico máximo da actividade solar, produzem-se na superfície da estrela explosões gigantescas que chegam a afectar os sistemas eléctricos na Terra, bem como os satélites e os sistemas de telecomunicações, podendo igualmente causar estragos na estação espacial internacional.
Compreender melhor estes humores potencialmente negativos, para se tentar desenvolver sistemas de protecção, é o propósito desta missão.
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Estudo sobre Genética dos Judeus Sefarditas
A Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) reprovou um projeto destinado a traçar pela genética a história dos judeus sefarditas, alegando que este estudo levantaria "sérios problemas a todos os níveis".
O coordenador do projeto, António Amorim, do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto defendeu que a equipa de investigadores não aceita nem a decisão da FCT nem os argumentos do júri. António Amorim realçou que este "chumbo" pode pôr em causa um estudo inovador sobre comunidades judaicas de Bragança, cujos resultados preliminares foram publicados recentemente no American Journal of Physical Anthropology.
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terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010
Espiritualidade e Evangelho Integral
Satanismo no Século XXI
Sempre envolto em mistérios, satanismo chega ao século 21 como movimento difuso mas assustador
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Cenas de horror, cerimónias macabras, sacrifícios de animais e crianças; poções fumegantes, amuletos misteriosos, trajes negros; tridentes, capas vermelhas, pentagramas. Tais elementos, cuja origem se perde no tempo, simbolizam a veneração à figura mais detestada da história da humanidade. Diabo, Lúcifer, Belial ou Leviatã são seus nomes clássicos; demo, capeta, coisa-ruim, encosto ou tinhoso, as formas populares de chamar o príncipe das trevas. A personificação do mal sempre teve lugar de destaque nos corações dos homens, seja para adorá-la ou repudiá-la. Com muitas formas e representações, dependendo da época e do lugar onde se fala dele, a figura de Satã (do hebraico Satan, ou “aquele que se opõe”) sempre despertou uma repugnância temerosa. Seu período de maior esplendor, se é que se pode usar o termo em referência a tal criatura, foi na Idade Média, quando um misto de superstições religiosas e ignorância moldou sua imagem mais conhecida, com cabeça de bode, capa vermelha, olhos flamejantes e chifres pontiagudos.[...]
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