
A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) considera que a TVI desrespeitou as normas ético-legais do jornalismo misturando factos e opinião em várias edições do "Jornal Nacional", alvo de queixas analisadas pelo organismo. Numa deliberação hoje divulgada, a ERC "reprova a actuação da TVI", e insta a estação a cumprir "de forma mais rigorosa o dever de rigor e isenção jornalísticas". Os membros do conselho regulador consideraram que a TVI deve "demarcar 'claramente os factos da opinião'", como determina o Estatuto do Jornalista. A ERC considera "verificada, à luz da análise efectuada, a possibilidade de a TVI ter posto em causa o respeito pela presunção de inocência dos visados nas notícias". Entre 16 de Fevereiro e 30 de Março de 2009, deram entrada na ERC dez queixas contra as edições de 13 de Fevereiro, 30 de Janeiro e 1 e 27 de Março e outras edições não especificadas do "Jornal Nacional" da TVI, questionando o tratamento jornalístico de matérias que envolvem o primeiro-ministro e outros membros do Governo. As queixas referem-se a peças jornalísticas emitidas no Jornal Nacional de Sexta (conduzido por Manuela Moura Guedes). Em apenas um caso, a edição transmitida a 01 de Março, não se está perante esse serviço noticioso, uma vez que era domingo.
In Diário de Notícias Online de 28 de Maio de 2009
* * *
Pois é, desta vez alguém teve coragem para dizer, na cara e em directo, o que a Sraª Manuela Moura Guedes anda a fazer na TVI. Claro que ela só o faz porque o seu cobertor é largo e nunca lhe deixa os pés de fora. O bastonário da ordem dos advogados, Marinho Pinto, pode ter muitos defeitos, como qualquer um de nós, aliás, mas do meu ponto de vista, a falta de frontalidade e falta de coragem não se contam no numero dos seu defeitos, muito pelo contrário. Por outro lado, a autoridade reguladora da Comunicação Social já veio confirmar as palavras do bastonário. Pena que o tenha feito a reboque de Marinho Pinto. Enfim, vale o que vale, num país como Portugal, onde os reguladores só regulam o que não devem.
Jacinto Lourenço
O Jornal Nacional [ Globo-Brasil ] vai apresentar, a partir desta terça-feira, uma série de reportagens sobre obras sociais de algumas das dezenas de igrejas evangélicas presentes no Brasil. “Quando você pode ensinar uma criancinha que está ao seu lado, quando você pode curar a ferida de alguém está sofrendo no hospital. Todos esses gestos não são simplesmente de um profissional que está fazendo, mas alguém que tem o ideal de servir e que gostaria, através daquele gesto, alcançar a grandeza e o amor de Deus no seu coração”, afirma Benjamim Bernardes, reverendo da Igreja Presbiteriana. “Eu gostei da parte onde diz que Deus não quer que nenhum dos pequeninos se perca. Assim como ele amou a ovelha perdida, ele ama a todos igualmente. A missão trouxe uma nova realidade para uma comunidade indígena, uma outra vida”, revela o índio caiuá Natanael Cárceres. “Todos nós podemos fazer algo, por mais simples que seja, desde que haja no nosso coração o desejo sincero de poder servir ao próximo”, conclui Benjamim Bernardes.
Via Pavablog .
Dois bons exemplos a seguir em Portugal
.
O primeiro exemplo será para as igrejas ditas evangélicas, em Portugal, que em lugar de se preocuparem com a realização de eventos para criarem show-off e mostrarem ao mundo, ou à "concorrência", a força (?) que têm ou a quantidade de “coisas” que são capazes de fazer, visando, quase sempre, também, exibirem a sua “capacidade” organizativa, se preocupassem, isso sim, em mostrar a relevância e força do Evangelho quando aplicado às vidas das pessoas, no seu dia a dia, onde elas mais precisam, tal qual aprendemos de Cristo. Felizmente que por cá vamos encontrando alguns bons exemplos que contrariam a regra do deserto.
O segundo exemplo vem da TV Globo, ao decidir apresentar um trabalho de grande relevância cristã e social, ainda por cima desenvolvido por uma denominação cristã-evangélica que estará muito longe de ser maioritária no Brasil. Uma reportagem séria ( e não o dizemos só porque se foca nos cristãos protestantes ), que devia ser olhada atentamente pelas televisões em Portugal, mais interessadas, muitas vezes, em ficcionar casos para encher o “prime-time” visando manter os telespectadores na ilusão de que são sérias garantindo assim o "Share".
Jacinto Lourenço
Via Púlpito Cristão
Sem tais coisas não existe tentação...